sexta-feira, 25 de março de 2022

Bolsonaro fala sobre obrigação de agir quanto a quem está ‘fora das quatro linhas’, repudia censura e manda recado


O presidente Jair Bolsonaro discursou durante a cerimônia de entregas do Programa Renda e Oportunidade, quando relembrou como o governo enfrentou as consequências econômicas e sociais das medidas tomadas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia. 

O presidente apontou que a pandemia serviu para revelar os “protótipos de ditadores”, que impuseram as medidas que quiseram sobre a população. O presidente lembrou ainda: “Vocês conheceram, também, ditadura como censura em redes sociais”, questionando: “quem são os censores? Estão a serviço de quem? Querem prejudicar a quem?”. 

O presidente lembrou que as eleições deste ano darão aos cidadãos a oportunidade de manifestar suas escolhas e desejos. Bolsonaro disse: “E pode ter certeza: eu acredito que as eleições sejam limpas e confiáveis no corrente ano. Que só podemos disputar as eleições dessa maneira”.

Bolsonaro lembrou que foi acusado de querer ser ditador, de querer dar golpe, e disse: “A gente está fazendo exatamente o contrário do que nos acusavam. Mas queremos eleições LIMPAS. E tenho certeza de que temos como colaborar com o nosso prezado TSE, nosso querido Alexandre de Moraes, nosso querido Barroso e Fachin para que isso aconteça. Tenho certeza de que, no fundo do coração deles, eles querem isso”.

O presidente lembrou a importância de eleições com seriedade e transparência e disse: “Vale a seriedade, vale a transparência, e vamos perder ou ganhar dentro das quatro linhas”. Bolsonaro alertou: “Agora, quem está dentro das quatro linhas, e não admite sair delas, tem obrigação - obrigação - de fazer quem está fora das quatro linhas vir para dentro de campo. Aí sim, é ser brasileiro, é ser democrata, é ser patriota, é zelar pela liberdade. O que está em jogo não é saber se vamos comer cães e gatos, que isso é uma consequência natural. É saber se vamos viver em liberdade ou não”. 

Bolsonaro comparou a liberdade à água de poço, dizendo que, uma vez perdida, leva décadas para recuperar. O presidente disse: “Não percam a oportunidade de garantir a sua liberdade agora. Se você não quer lutar pela sua liberdade, tudo bem. Lute pela de seu filho, pela de seus netos. Não esmoreça. A responsabilidade é de todos nós”.

A liberdade, no Brasil, está sob ameaça, assim como a propriedade privada, em consequência do ativismo judicial de alguns membros do Judiciário. A renda da Folha Política e de outros sites e canais conservadores está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o apoio e respaldo do ministro do STF Luís Roberto Barroso, ex-presidente do TSE. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode nos ajudar a manter o jornal, doe qualquer valor utilizando o QR Code que está visível na tela, ou use o código Pix ajude@folhapolitica.org

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