quinta-feira, 31 de março de 2022

Bolsonaro questiona distorções sobre o Regime Militar, alfineta ‘traíras’ e enfatiza importância de ministérios técnicos


Durante a solenidade de Posse e Despedida de Ministros de Estado, quando os ministros que concorrerão às eleições deixaram seus cargos e os novos ministros assumiram, o presidente Jair Bolsonaro fez um longo discurso com reflexões sobre os problemas do Brasil. 

Bolsonaro relembrou a efeméride do dia, apontando incorreções na narrativa propagada pela velha imprensa de que haveria a comemoração de um golpe de estado. Bolsonaro lembrou que, em 1964, o Congresso declarou a vacância do mandato de João Goulart e posteriormente realizou a eleição indireta do novo presidente, segundo a Constituição vigente à época e com o voto de Ulysses Guimarães. 

Bolsonaro lembrou que, durante o regime militar, “Todos tinham o direito de ir e vir, de sair do Brasil, de trabalhar, de constituir família, de estudar”. O presidente também lembrou grandes realizações daquela época, mencionando obras de infraestrutura, desenvolvimento da agricultura, preservação da soberania sobre a Amazônia. 

O presidente falou da importância de escolher técnicos para os ministérios e fez um alerta, dizendo: “se o presidente resolvesse simplesmente seguir conselhos fáceis e tomar posição em uma guerra a 10 mil km daqui?  Talvez tivesse iniciado já a guerra da segurança alimentar, que tem potencial para matar mais gente que todas as guerras do século passado, sem gastar um cartucho de munição”. 

Ao relembrar outros episódios de sua juventude, o presidente mencionou uma fotografia ao lado de seu pai, exibindo uma traíra, e brincou: “desde cedo eu convivo com as traíras. Mas acabam indo para a panela, todas elas, sem exceção”. 

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