sexta-feira, 11 de março de 2022

Bolsonaro se pronuncia ao lado de Paulo Guedes e rebate desinformação sobre mineração em terras indígenas: ‘quem fala o contrário está desinformado ou quer tumultuar’


Durante a cerimônia de lançamento do Plano Nacional de Fertilizantes, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a importância de um plano com vistas ao desenvolvimento de longo prazo, reduzindo a dependência brasileira. O presidente apontou como o conflito entre Rússia e Ucrânia expôs um problema que já existia e já estava sendo tratado por seu governo. 

Bolsonaro questionou como os governos anteriores teriam lidado com a situação, brincando com uma referência feita pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e dizendo: “não criaremos a “Adubras””. O presidente enfatizou ainda que a presença de algumas dezenas de embaixadores no lançamento do projeto mostra a importância desse planejamento, não apenas no comércio exterior, mas também na garantia de segurança alimentar para os povos. O presidente disse: “Um sinal, não apenas de interesse no Brasil, bem como de interesse mútuo entre as nações”. 

O presidente lembrou que o assunto dos fertilizantes e da auto-suficiência era tratado há anos por parlamentares da bancada ruralista, e que ele próprio se pronunciou sobre o assunto já há 14 anos. Bolsonaro disse: “a solução foi amadurecendo. Um pouco tardia, mas foi amadurecendo”. 

Bolsonaro lembrou que o Brasil é uma potência mineral, e seu governo apresentou uma proposta de mineração em terras indígenas, que nada mais é que uma proposta de regulamentação de algo que já está previsto na Constituição. O presidente disse: “Não estamos inventando nada. (...) Quem porventura fala o contrário está desinformado ou quer tumultuar”. O presidente apontou que, ontem, o Congresso aprovou a urgência desse projeto, e disse: “Creio que, em poucas semanas, será votado e aprovado na Câmara e seguirá para o Senado”. Bolsonaro esclareceu que o projeto não se limita à mineração e “visa nos atender em outras áreas, como a geração de energia hídrica”. 

O presidente apontou ainda que o Plano Nacional de Fertilizantes vinha sendo projetado há um ano e é representativo de “um governo que, além de um compromisso com a coisa pública, busca se antecipar a problemas e buscar soluções”. O presidente lembrou que o plano visa “abrir espaço para integrar, cada vez mais, nossos irmãos indígenas à nossa sociedade”, permitindo que os índios tratem suas terras como qualquer outro cidadão. 

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