terça-feira, 8 de março de 2022

Coronel Telhada, Major Mecca e Coronel Nishikawa reagem a Arthur ‘Mamãefalei’: ‘Punição exemplar’


Durante sessão da Assembleia Legislativa de São Paulo, os deputados Coronel Telhada, Coronel Nishikawa e Major Mecca pediram a cassação do deputado Arthur do Val, e defenderam que o processo seja célere para dar uma resposta à sociedade. 

O deputado Coronel Telhada apontou: “Não posso deixar de citar o triste fato dos áudios do deputado Arthur do Val. Foi uma vergonha para essa Assembleia”. O deputado lembrou que o tráfico de pessoas é um problema gravíssimo e disse: “esse tipo de crime tem que ser extirpado do mundo, e, no entanto, um deputado, em uma fala infeliz, acaba fazendo apologia a esse tipo de coisa. Imaginem o prejuízo que se está trazendo à imagem do Brasil, fora, no exterior. Já temos uma imagem meio complicada, e agora, um parlamentar falando isso, acaba de vez com a imagem do Brasil no exterior”. Coronel Telhada defendeu uma “punição exemplar para todo o Brasil, para que isso nunca mais ocorra, para que isso seja extirpado do nosso meio”.

O deputado Coronel Nishikawa apontou que os áudios do deputado Arthur do Val, embora chocantes, não são surpreendentes, pois a conduta do deputado é conhecida pela Assembleia. O deputado apontou: “ele está colhendo aquilo que plantou. Ele sempre foi dessa forma, todos conhecem o procedimento dele. Portanto, é o primeiro pronunciamento no sentido de poder apurar da melhor forma possível, para que seja punido exemplarmente. Envergonha o nosso parlamento”. 

O deputado Major Mecca enfatizou a gravidade das falas e pediu celeridade. O deputado disse: “esta Casa precisa, com celeridade, dar resposta a essa fala e a esse comportamento. (...) Não podemos, como poder Legislativo, compactuar com esse tipo de posicionamento, e a resposta precisa ser célere, a justiça tem que ser rápida”. 

No contexto atual do Brasil, muitas pessoas estão sendo tratadas como sub-cidadãos, pelo simples motivo de terem manifestado apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Por expressarem suas opiniões, são alvo de CPIs, de inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, ou são vítimas de medidas arbitrárias como prisões políticas, apreensão de bens, e exposição indevida de dados, entre outras. Para essas pessoas, não há devido processo legal. 

A totalidade da renda da Folha Política, assim como de outros canais e sites conservadores, está sendo confiscada a mando do ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, com o apoio e aplauso do ex-presidente do tribunal, Luís Roberto Barroso, que é também ministro do STF. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode nos ajudar a continuar nosso trabalho, doe qualquer valor através do Pix, usando o QR Code que está visível na tela, ou com o código ajude@folhapolitica.org

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