sexta-feira, 11 de março de 2022

Guedes aponta ‘duas guerras’ enfrentadas por Bolsonaro e alfineta ‘fraudes’ de governos passados


Ao discursar durante o lançamento do Plano Nacional de Fertilizantes, o ministro da Economia, Paulo Guedes, enfatizou que a criação do plano multiministerial é mais um exemplo da forma de trabalho do governo Bolsonaro. O ministro enfatizou que o governo não tem uma figura como a de um ministro do Planejamento, porque utiliza um “conceito muito moderno de planejamento setorial descentralizado em conselhos”. O ministro apontou: “ninguém pode saber de tudo sobre tudo, do futuro de cada setor”.

Paulo Guedes apontou que, com essa estrutura, o Brasil está começando a explorar toda a sua potencialidade, graças à visão do presidente Jair Bolsonaro. Guedes disse: “o presidente, que sempre acreditou no Brasil, é o presidente que resgatou o patriotismo, a visão de futuro, a crença no país - inabalável, em meio a duas guerras”. 

O ministro explicou como o governo reagiu à pandemia e como, agora, já está reagindo às consequências do conflito entre Rússia e Ucrânia. Guedes lembrou como o governo enfrentou as duas ondas da pandemia e disse: “quando o Brasil se levanta, está em pé novamente, sofre um novo impacto, uma nova guerra. Distante, porém nos atinge em um ponto vulnerável”. 

O ministro lembrou que a questão dos fertilizantes já estava sendo enfrentada, dentro das diretrizes do governo federal, que incluem ouvir o setor produtivo para todas as decisões. Paulo Guedes questionou: “como pode um país ter toda a tabela periódica e ter que importar 80% dos fertilizantes?”. O ministro brincou com a possível solução que seria dada por um governo socialista, criando ainda mais uma estatal, e disse: “Eu estou resistindo à piada, senão vai ser manchete. Mas, se fosse em tempos passados, seria criada a …bras”. 

Paulo Guedes comparou com a atitude do governo, que está reagindo prontamente, e comparou com outros países. Ele disse: “reagimos mais rápido e melhor do que eles. Isso vai ficar claro brevemente”. O ministro apontou: “não existe um ministro que vai salvar o Brasil; todas as versões passadas eram fraudes”.

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