quinta-feira, 14 de abril de 2022

Bolsonaro aponta ‘desastres’ de Lula e Dilma e alerta: ‘o que aquela turma roubou só numa estatal foi muito mais do que nós gastamos com a pandemia em 2020’


O presidente Jair Bolsonaro participou de cerimônia de regularização fundiária na cidade de João Pinheiro, em Minas Gerais. Em seu discurso, o presidente Jair Bolsonaro comentou as dificuldades enfrentadas por seu governo e falou como vem tentando ajudar a população. O presidente mencionou que foram gastos 700 bilhões no enfrentamento à pandemia, e comparou com governos petistas, dizendo: “não se esqueçam: dois governos passados, que tinham como bandeira uma bandeira vermelha, endividaram a Petrobras em 900 bilhões de reais. Ou seja: o que aquela turma roubou só numa estatal foi muito mais do que nós gastamos com a pandemia em 2020”. 

O presidente enfatizou a importância da segurança alimentar para qualquer país e enfatizou a boa posição que o Brasil ocupa no mundo. Bolsonaro disse: “temos um governo que tem a capacidade de se antecipar a problemas futuros. Estive na Rússia há pouco tempo para garantir o fornecimento de fertilizantes para o nosso agronegócio. Imaginem o agronegócio sem fertilizantes. A produtividade cairia, e o mundo todo sofreria com isso”. 

O presidente também apontou as consequências da guerra da Ucrânia, como a diminuição da oferta de trigo em todo o mundo, e convidou para assistir à sua live de hoje, onde receberá o presidente da Embrapa, “para falar o que estamos fazendo para que o Brasil não só alcance sua auto-suficiência no trigo, bom como possa ser, também, exportador”. Bolsonaro disse: “ O nosso governo, diferente dos outros, não atrapalha e colabora com o produtor rural”.

Bolsonaro realçou a importância da agricultura familiar e do reconhecimento do direito à propriedade da terra. O presidente disse: “o agricultor familiar é extremamente importante para nós, brasileiros. É o que produz as mais variadas plantas agrícolas, que vão diretamente para as nossas mesas. Quando a gente titula uma terra, aquele assentado, ao ter a garantia de que a terra é sua, de que as benfeitorias ficarão para seus filhos e netos, ele produz melhor”. 

O direito à propriedade e o respeito à livre iniciativa têm sido relativizados no Brasil. Para uma “classe” de cidadãos, caracterizados pela velha imprensa como “bolsonaristas”, as garantias e direitos fundamentais estão suspensos. Em CPIs e em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, cidadãos e empresas ficam sujeitos a quebras de sigilo, devassas, prisões políticas, buscas e apreensões, e confiscos. As investigações se originam de “relatórios”, “matérias” e “reportagens” produzidos pela concorrência, que são tomados como verdadeiros sem questionamento, assim como depoimentos de testemunhas suspeitas. 

Toda a renda da Folha Política, assim como de outras pessoas e empresas conservadoras, está sendo confiscada, a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão monocrática em um inquérito administrativo. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos e CPIs, a intenção é impedir o funcionamento das empresas ao privá-las de suas fontes de renda. A decisão de Salomão foi elogiada pelos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. 

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