segunda-feira, 18 de abril de 2022

Bolsonaro rebate Mandetta, expõe trabalho escravo promovido pelo PT e abre o jogo sobre Mais Médicos e Fidel Castro


O presidente Jair Bolsonaro discursou durante a cerimônia da Contratação dos primeiros médicos do Programa Médicos pelo Brasil. O presidente enfatizou que o programa Médicos pelo Brasil não é uma continuação do programa Mais Médicos, da ex-presidente Dilma Rousseff. 

O presidente lembrou que 80% dos salários dos médicos contratados no programa de Dilma iam para o ditador de Cuba, que os médicos não podiam receber seus próprios salários, que as pessoas enviadas por Cuba não foram avaliadas, e que essas pessoas eram vigiadas no Brasil, sendo proibidas de pedir asilo e até mesmo de fazer suas próprias escolhas pessoais. 

Bolsonaro lembrou: “durante a minha pré-campanha, falei que daria asilo aos cubanos que ficassem aqui. Eu cumpri minha palavra. Mas, quando eu ganhei a eleição, eles imediatamente fugiram do Brasil. Ali tinha agente cubano, tinha os Vespas Negras - o pessoal das Forças Especiais cubanas. Tudo o que não interessava para a medicina, tinha ali. Eles fugiram do Brasil”. 

O presidente relatou: “o apoio do PT foi praticamente unânime para que ficassem aqui como se escravos fossem. Muitos foram para os EUA e têm ações contra o Brasil - trabalho análogo à escravidão. Para mim, isso é escravidão, dado que eles não tinham sequer o direito de ir e vir”. Bolsonaro acrescentou: “Esse era o Mais Médicos, do PT, serviço que escravizava os cubanos e não atendia à população”. 

Bolsonaro comparou os programas, apontando que, com o programa atual, ganha o Brasil, os profissionais, e a população. 

O presidente também rebateu o ex-ministro Henrique Mandetta, revelando que ele trabalhou contra os interesses dos médicos.

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