quinta-feira, 7 de abril de 2022

Coronel Tadeu comemora derrubada da urgência a PL 2630: ‘havia uma censura deliberada’


Em live transmitida por suas redes sociais, o deputado federal Coronel Tadeu comemorou a vitória representada pela reprovação do requerimento de urgência para o PL 2630, a Lei da Censura. O deputado explicou o processo de tramitação dos projetos de lei e esclareceu como os partidos de esquerda queriam apressar uma votação do projeto para pular fases de debate com os deputados e a sociedade. 

O deputado explicou que o projeto de lei, na forma como foi apresentado, teria como resultado a censura direta à população. Ele disse: “havia uma censura deliberada”. Coronel Tadeu explicou que a censura do povo é uma medida muito perigosa para a democracia. 

Coronel Tadeu explicou: “simplesmente, o projeto queria cercear narrativas contrárias a quem estiver no poder. E isso é muito ruim. Imagine usar o poder Judiciário como um braço para cercear determinadas publicações. Era isso que estava acontecendo”. 

O deputado lembrou a importância da liberdade e mostrou como os parlamentares e partidos de esquerda são os que estão trabalhando para reduzir a liberdade de expressão dos cidadãos. Coronel Tadeu explicou como foi importante impedir que o projeto pulasse etapas: “eles queriam tirar o projeto desse rito normal para simplesmente colocar lá no plenário - vota, aprova e tchau”. O deputado lembrou que, apesar da urgência ter sido rejeitada, a votação a favor da censura foi bastante expressiva. Coronel Tadeu comemorou: “é disso que estamos falando: o controle dos conteúdos que colocamos na internet. Imagine o quanto isso ia ser perverso para todos nós”. 

No contexto atual do Brasil, muitas pessoas estão sendo tratadas como sub-cidadãos, pelo simples motivo de terem manifestado apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Por expressarem suas opiniões, são alvo de CPIs, de inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, ou são vítimas de medidas arbitrárias como prisões políticas, apreensão de bens, e exposição indevida de dados, entre outras.

Sem justificativa jurídica, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, decidiu confiscar a renda de sites e canais conservadores, para destruir empresas privadas das quais discorda. A decisão, que incluiu a Folha Política, confisca todos os rendimentos da empresa, e teve o apoio e aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. “Marcar” pessoas e fechar empresas por motivações políticas são atitudes que já foram observadas na História, mas nunca em democracias. 

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