sábado, 23 de abril de 2022

Coronel Tadeu comenta rumores sobre STF e questiona: ‘Eles estão querendo passar por cima do presidente e também da Câmara?’


Em live transmitida por suas redes sociais, o deputado federal Coronel Tadeu comentou os rumores, ventilados por toda a velha imprensa, de que o Supremo Tribunal Federal poderia anular a decisão do presidente Jair Bolsonaro que concedeu graça ao deputado federal Daniel Silveira. 

Coronel Tadeu mencionou a nota divulgada pelo ex-presidente Temer, que fala em “pacificar as relações institucionais e estabelecer um ambiente de tranquilidade na nossa sociedade”, e apontou: “em nenhum momento eu fiquei sabendo que as relações não estão pacificadas”. O deputado explicou: “Cada um no seu quadrado. Tem 11 ministros dentro do Supremo, tem o presidente da República do outro lado da praça, e tem a Câmara e o Senado. O que está tenso? Eles condenaram e existe a previsão constitucional... O presidente não revogou a sentença deles, em hipótese alguma. Ele deu o perdão. Só isso. Constitucional. Antes mesmo do processo transitar em julgado”.

O deputado apontou que a sentença não será modificada, mesmo após recursos da defesa. Ele explicou que a decisão do Supremo afeta os direitos políticos e o mandato de Daniel Silveira e questionou: “será que a Câmara vai abrir mão de novo?”. Coronel Tadeu questionou: “O poder coercitivo do Judiciário, neste caso, só abrange a parte criminal que está sendo tratada. A parte política, os direitos políticos, o cargo do Daniel Silveira, isso quem resolve é a Câmara dos Deputados. Eles estão querendo passar por cima do presidente e também da Câmara?”. 

Coronel Tadeu afirmou que, com o perdão presidencial, Daniel Silveira já é um homem livre, com todos os seus direitos restaurados, e afirmou que é necessário aguardar o que o Supremo fará com relação aos recursos apresentados pela extrema-esquerda. O deputado disse: “Quando eu vejo tanta confusão que foi feita nesse caso do Daniel Silveira, só posso dizer uma coisa para todos vocês: as nossas leis foram e estão mal escritas. Para suscitar tanto problema e tanta discussão, é sinal de que a lei não é clara. E a lei precisa ser clara. A lei não pode dar muita margem a interpretação, senão você começa a criar os casuísmos. Para um, você julga de um jeito, para outro, julga de outro jeito”.

O deputado prosseguiu: “Gente: desde quando um vídeo derruba ministro? desde quando um vídeo fecha o Supremo?  desde quando um vídeo pode significar um ataque violento, fatal, muito violento, a uma instituição como o STF? (...) Estamos diante de um crime de injúria, difamação, ou até mesmo calúnia. Mas um crime contra o estado democrático de direito? Jamais! Nem aqui nem na China”. 

Coronel Tadeu lembrou que uma simples busca na internet trará à tona inúmeros vídeos de pessoas de esquerda vociferando contra o STF, e questionou: “O que eu faço com essas pessoas que não sofreram absolutamente nada por parte do STF? Rasgaram o art. 7º da CF que diz que todos são iguais perante a lei”

O deputado sugeriu que o momento seria de “dar um passo atrás, tratar o caso sem nenhum ânimo pessoal”, e apontou: “mas não. Estão usando o fígado. Fica muito claro o desejo de perseguição ao deputado Daniel Silveira e também ao presidente, para que eles mandem no País, eles comandem o País. As decisões mais importantes têm que ser deles. Não é assim que funciona”. Ele lembrou a função da separação dos poderes e alertou: “prestem atenção que não é o Daniel Silveira. É a nossa liberdade”. 

Nos inquéritos conduzidos nas cortes superiores, há pessoas que, mesmo tendo gravado vídeos, que permanecem disponíveis na rede mundial de computadores, com impropérios contra o Supremo Tribunal Federal, não são investigadas. Ao contrário, são ouvidas como testemunhas e as “informações” que fornecem são aceitas sem questionamento. Da mesma forma, “relatórios”, “matérias” e “reportagens” produzidos pela velha imprensa também são admitidos como se fossem matéria probatória, mesmo que sejam produzidos sem qualquer compromisso com fatos e contra seus adversários políticos ou mesmo seus concorrentes. Pedidos feitos por parlamentares de extrema-esquerda também são aceitos diretamente, sem consulta ao Ministério Público, ou mesmo contra a opinião do Ministério Público, e produzem efeitos nesses inquéritos. 

Com base nesse tipo de informação produzida por fontes suspeitas, diligências são determinadas, devassas são promovidas, e medidas arbitrárias são deferidas. A Folha Política já teve sua sede invadida e todos os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Em outra ocasião, o ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar toda a renda da empresa e de outros jornais, sites e canais conservadores, com o apoio e elogios dos ministros do STF Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Há mais de 9 meses, esse canais e sites têm sua renda apreendida sem qualquer justificativa jurídica. 

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