domingo, 17 de abril de 2022

Coronel Tadeu expõe situação deprimente de Lula, comemora ‘motociata’ com Bolsonaro e relata cena emocionante


Em uma live transmitida por suas redes sociais, o deputado federal Coronel Tadeu comentou a motociata ‘Acelera para Cristo’, com a participação do presidente Jair Bolsonaro, da qual participou. O deputado disse: “Facilmente, tínhamos 250 mil a 300 mil motos. Se contabilizar o público na rodovia, nas passarelas, na garupa, se não chegou a um milhão de pessoas, foi muito próximo disso. Não tenho o que falar a não ser ‘muito obrigado’ a todos vocês que participaram de uma forma ou de outra. Uma cena que marcou, ficou na minha mente: um senhor chegando com uma bandeira brasileira enorme. A bandeira tinha uns 3 metros por 3 metros. Um casal de velhinhos estava ao lado desse senhor. A idade deles…o senhor de chapéu, os dois fazendo o gesto de balançar a bandeira. Foi algo maravilhoso de se ver. Hoje, Bolsonaro arrasta pessoas de todas as idades. Dos 70 a 80 anos até a garotada. Um evento grandioso desse passa para o mundo inteiro, todos os lugares. O Brasil inteiro toma conhecimento”.

O deputado comentou a situação do ex-presidente Lula, apontado como líder em pesquisas da velha imprensa, mas que não aparece em público. Coronel Tadeu disse: “O PT não sabe o que vai fazer com o Lula. Eu enterraria, politicamente falando. Não dá. Esse sujeito, para a felicidade da nação, ele não pode sair na rua. Que dilema que vive o Partido dos Trabalhadores, que não consegue botar seu candidato para pedir votos. É o que vai acontecer, mesmo, naturalmente, ninguém precisa fazer absolutamente nada. O Lula vai sair na rua e, onde ele passar, vai ser vaiado. E todo mundo tem um celularzinho. Aquela pessoa que pode ser manipulada pelas pesquisas vai ver o vídeo e pensar: ‘para que vou votar em um sujeito que só é vaiado?’”.

No ensejo, o parlamentar demonstrou otimismo com as iminentes eleições, a despeito das campanhas de perseguição e censura contra os apoiadores do chefe de Estado: “Estão tentando cercear os bolsonaristas, nós somos os grandes utilizadores das redes sociais. Eu tenho certeza de que o presidente Jair Bolsonaro ganha. Estou para arriscar que, neste momento, ganha no primeiro turno. A coisa está ruim para a esquerda. Vamos com Bolsonaro até 2026. O que faltou muito pouco em 2018 conseguiremos agora em 2022”.

O deputado explicou que o crescente cerceamento da liberdade de expressão visa ajudar a campanha do ex-presidente. Ele exemplificou com a restrição ao reencaminhamento de mensagens do whatsapp e disse: “sabe qual é o problema? As redes sociais do Bolsonaro são infinitamente maiores que as do Lula”. Coronel Tadeu disse: “é muito simples de entender: o sujeito não tem apoio das redes sociais. Ele só tem apoio de uma parte da imprensa, que não consegue vencer as redes sociais, e essa parte da imprensa já está desistindo dele”

Coronel Tadeu ironizou ainda as propostas da chamada “terceira via”, apontando que o candidato mais viável que foi apresentado até o momento é o deputado Janones, que apresenta mais intenções de votos do que qualquer outro candidato do grupo. 

Coronel Tadeu comentou a trajetória do ex-ministro Sérgio Moro, apontando uma série de erros e de traições, além de manifestar espanto com a escolha de São Paulo para domicílio eleitoral. O deputado questionou: “será que ele consegue votos para deputado federal? Eu tenho minhas dúvidas. A senador, tenho certeza que ele não emplaca. (...) É muito triste para um sujeito que lá atrás já foi um herói da nação e hoje não passa de um traidor”. 

Além das restrições à liberdade de expressão, o direito à propriedade e o respeito à livre iniciativa têm sido relativizados no Brasil. Para uma “classe” de cidadãos, caracterizados pela velha imprensa como “bolsonaristas”, as garantias e direitos fundamentais estão suspensos. Em CPIs e em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, cidadãos e empresas ficam sujeitos a quebras de sigilo, devassas, prisões políticas, buscas e apreensões, e confiscos. As investigações se originam de “relatórios”, “matérias” e “reportagens” produzidos pela concorrência, que são tomados como verdadeiros sem questionamento, assim como depoimentos de testemunhas suspeitas. 

Toda a renda da Folha Política, assim como de outras pessoas e empresas conservadoras, está sendo confiscada, a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão monocrática em um inquérito administrativo. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos e CPIs, a intenção é impedir o funcionamento das empresas ao privá-las de suas fontes de renda. A decisão de Salomão foi elogiada pelos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Há mais de 9 meses, toda a renda do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica.

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