quarta-feira, 13 de abril de 2022

Deputado Otoni abre o jogo sobre plano de ‘mordaça’ orquestrado pela velha imprensa: ‘querem dominar o direito de dizer aquilo que é verdade ou é mentira’


O deputado Otoni de Paula, da tribuna da Câmara dos Deputados, denunciou os interesses que motivaram a propositura do PL 2630, o projeto da Lei da Censura. O deputado lembrou: “nós conseguimos derrotar o pedido de urgência do PL 2630, que não passou por nenhuma discussão em comissões permanentes, sequer em uma comissão especial. Mas queriam aprová-la a toque de caixa aqui neste parlamento”.

O deputado Otoni de Paula explicou: “É importante se denunciar que o PL 2630 visa atender os interesses pouco republicanos da combalida e desacreditada imprensa brasileira, e de parte, também, de interesses de ministros da Suprema Corte federal. A PL das “fake news” tem como patrocinadores aqueles que querem colocar uma mordaça naqueles que se utilizam da internet como um campo de pluralidade para expor as suas opiniões. A imprensa progressista quer continuar sendo a manipuladora da informação nacional”.

Otoni de Paula relatou que considera assustador que pessoas que dizem terem lutado pela liberdade tenham agora assumido a posição de perseguidores e censores. Ele questionou se a Câmara dos Deputados se prestará ao papel de censora e disse: “Será que esta Casa quer institucionalizar novamente o ministério da verdade, onde um ou outro será capaz de dizer o que é notícia falsa e o que é notícia verdadeira? Estaremos atentos. Se esse projeto tentar voltar nesta Casa, lutaremos contra ele. Pela liberdade de expressão, não ao PL 2630”.

A atuação conjunta entre a velha imprensa e as cortes superiores tem chamado a atenção, seja pelo apoio explícito, seja pelo acesso privilegiado a documentos sigilosos, que “vazam” rapidamente para esses veículos, muitas vezes antes mesmo de entrarem para os sistemas do Judiciário. Esse intercâmbio entre a velha imprensa e cortes superiores resulta em intensa perseguição a veículos conservadores independentes, como a Folha Política.  O jornal, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, agora tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, com o respaldo e aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. 

Nos inquéritos das cortes superiores, “matérias”, “relatórios” e “reportagens” produzidos pela velha imprensa contra seus adversários políticos ou seus concorrentes são aceitos como provas, sem qualquer questionamento, juntamente com depoimentos de testemunhas suspeitas. Esses depoimentos, “relatórios” e “reportagens”, produzidos por pessoas interessadas, embasam medidas extremas contra conservadores, como buscas e apreensões, censura, e até mesmo prisões.

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