quarta-feira, 13 de abril de 2022

Paulo Guedes dá lição de moral para Lula e aponta 'jogo sujo': 'Em vez de fazer seu programa de governo, fica ligando para ministro do TCU'


Durante o lançamento do Recicla+ e do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, relatou a mudança de atitude de países europeus para com o Brasil após a guerra ter despertado a consciência sobre a dependência alimentar e energética. O ministro relatou que foi a uma viagem com a expectativa de hostilidades e disse: “nos preparamos para a guerra e, de repente, o jogo não era mais o que nós pensamos, era um jogo de segurança alimentar e energética para a Europa”. 

O ministro apontou que a recuperação do respeito ao país é consequência da postura do presidente Jair Bolsonaro, e afirmou que o Brasil é uma potência energética, alimentar e ambiental, e segue melhorando os mecanismos para, além de promover a sustentabilidade, criar soluções que gerem renda para os mais vulneráveis. 

Paulo Guedes aproveitou para anunciar que o TCU colocou na pauta a desestatização da Eletrobras. O ministro disse: “o Brasil, que já tem 75% de sua energia limpa, vai se transformar numa potência energética”. O ministro alertou para a necessidade de fazer avançar rapidamente o processo, antes que seja afetado por movimentações políticas eleitoreiras. 

O ministro relatou que tem notícias de que um candidato vem tentando interferir no processo, telefonando para ministros do TCU para paralisar uma pauta que já foi tratada no Congresso e no TCU. O ministro disse: “em vez de fazer seu programa de governo, fica ligando para ministro do TCU tentando paralisar uma pauta”. Ele questionou: “Como pode querer melar uma desestatização?”

O ministro Paulo Guedes alertou: “se perdermos essa janela de aprovação, aí vamos para um obscuro futuro”. Ele acrescentou: “é um momento crítico”.

A Constituição Brasileira, em seu primeiro artigo, afirma que os fundamentos da República são: a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, e o pluralismo político. No entanto, para um grupo de pessoas, esses fundamentos parecem ser relativizados, ou cancelados. 

A Folha Política já foi alvo de inquéritos do ministro Alexandre de Moraes, sofreu busca e apreensão de todos os seus equipamentos, e teve seus sigilos quebrados. Os inquéritos se baseiam em “relatórios” e “reportagens” que são tomados como verdadeiros, embora produzidos pela concorrência e sem qualquer compromisso com fatos. 

Com base no mesmo tipo de informação produzida por fontes suspeitas, o ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar toda a renda da empresa e de outros sites e canais conservadores, com o apoio e elogios dos ministros do STF Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

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