sexta-feira, 22 de abril de 2022

Senador Lasier expõe ‘tribunal da inquisição’ no STF e faz alerta ao comentar perdão de Bolsonaro a Daniel: ‘Tomara que não aconteça o pior’


Pelas redes sociais, o senador Lasier Martins falou sobre a concessão da graça presidencial ao deputado Daniel Silveira, condenado pelo Supremo Tribunal Federal por palavras em vídeos. O senador lembrou que, quando comentava as ilegalidades da decisão do Supremo Tribunal Federal, foi surpreendido pelo anúncio do presidente Jair Bolsonaro, concedendo a graça ao deputado federal Daniel Silveira e anulando todas as penas. 

O senador disse: “e agora fica a expectativa: o que vai acontecer?”, apontando que a velha imprensa já anunciou que haverá recurso contra o decreto presidencial. Lasier Martins afirmou que, se o Supremo Tribunal Federal rejeitar o decreto presidencial, dará razão ao presidente Jair Bolsonaro, confirmando a oposição reiterada aos atos do Executivo Federal. Lasier apontou: “e aí, sabe-se lá o que pode acontecer. Tomara que não aconteça o pior. Mas esse conflito de poderes é extremamente preocupante”.

Lasier Martins acrescentou: “A verdade é que o Supremo tem usado de verdadeiras excrescências”. O senador lembrou que, nos inquéritos conduzidos na Corte contra apoiadores do presidente, o STF “faz lembrar os tribunais da inquisição”, com as próprias vítimas julgando acusados. Martins disse: “agora, o herege é o Daniel Silveira, porque discorda e protesta contra comportamentos visivelmente ideológicos, políticos, do STF, que vêm acontecendo há muito tempo. Porque hoje é um STF ideológico, aparelhado pela gestão do PT, Lula e Dilma. Todo mundo sabe que dos 11, tem 7 lá que obedecem à gratidão e à ideologia petista”. 

O senador afirmou: “resta ver o que vai acontecer”, acrescentando que a medida do presidente Jair Bolsonaro é oportuna porque se insurge contra as ilegalidades do Supremo Tribunal Federal. Lasier Martins concluiu: “esta é a realidade que estamos vivendo e vamos aguardar os próximos capítulos; tomara que não sejam os piores”. 

O direito à propriedade e o respeito à livre iniciativa têm sido relativizados no Brasil. Para uma “classe” de cidadãos, caracterizados pela velha imprensa como “bolsonaristas”, as garantias e direitos fundamentais estão suspensos. Em CPIs e em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, cidadãos e empresas ficam sujeitos a quebras de sigilo, devassas, prisões políticas, buscas e apreensões, e confiscos. As investigações se originam de “relatórios”, “matérias” e “reportagens” produzidos pela concorrência, que são tomados como verdadeiros sem questionamento, assim como depoimentos de testemunhas suspeitas. 

Toda a renda da Folha Política, assim como de outras pessoas e empresas conservadoras, está sendo confiscada, a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão monocrática em um inquérito administrativo. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos e CPIs, a intenção é impedir o funcionamento das empresas ao privá-las de suas fontes de renda. A decisão de Salomão foi elogiada pelos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Há mais de 9 meses, toda a renda do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica.

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