quinta-feira, 19 de maio de 2022

Bolsonaro escancara 'farra' de ditadores de Cuba e Venezuela com recursos do Brasil repassados pelo PT


Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a possibilidade do Brasil se tornar uma potência energética, além da potência alimentar que já é. O presidente apontou que, com a nova conjuntura geopolítica, o mundo todo está de olho no Brasil, e afirmou que o país será o maior exportador do mercado de carbono do mundo. 

O presidente apontou que a crise mundial, que levou à inflação em todos os países, é consequência de políticas equivocadas, que levaram à ruptura das cadeias de suprimento. Bolsonaro enfatizou que, nos países latino-americanos que abraçaram o socialismo, a situação é ainda pior. O presidente explicou o impacto dos impostos estaduais sobre o preço dos combustíveis e relatou os avanços nesse sentido. 

Bolsonaro relatou que o Brasil espera mais um calote da Venezuela, relativo aos “empréstimos” feitos pelo governo petista aos países “companheiros”, que gerou obras nesses países, pagas pelos contribuintes brasileiros. O presidente explicou: “o BNDES, entre 2010 e 2015, emprestou para a Venezuela. O amigo do Lula, o Chávez, e depois o Maduro, não pagou a conta”. Bolsonaro lembrou que o contrato foi avalizado pelo Tesouro Nacional, ou seja, pelos contribuintes brasileiros. O presidente explicou que os brasileiros já pagaram 777 milhões de dólares pelas obras feitas na Venezuela, e pode esperar mais um calote até o fim do ano que vem, totalizando quase 5 bilhões em calotes. 

Bolsonaro disse: “Isso é apenas um empréstimo pros companheiros da Venezuela”. O presidente disse que tentará apresentar dados de todos os empréstimos em sua live semanal, e mencionou o caso de Cuba, que também está dando calote, lembrando que os brasileiros pagaram pela construção de um porto, e o contrato previa como garantia a entrega de charutos.

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