sábado, 7 de maio de 2022

Bolsonaro impacta em pronunciamento na Fenasoja e alerta sobre os ‘nichos, redutos que não entenderam que todos nós estamos no mesmo barco’


Durante a cerimônia de abertura da Fenasoja, a Feira Nacional da Soja, o presidente Jair Bolsonaro discursou a uma multidão, quando agradeceu pela presença das cores verde e amarela. O presidente afirmou: “Tenho certeza de que entregarei, no futuro, o comando do Brasil numa situação bem melhor do que aquela que recebi em 2019. Passamos por maus momentos - pandemia, crise econômica, guerra do outro lado do mundo, seca e geada. Mas o povo brasileiro acredita, tem fé e trabalha, e vencerá qualquer obstáculo. Uma das provas disso é a Fenasoja, berço da soja brasileira”. 

O presidente afirmou que, em seu governo, os brasileiros puderam conhecer melhor os poderes da República e, assim, saber quem realmente trabalha pela pátria. O presidente falou ainda sobre a Petrobras, dizendo: “Esta semana vocês estão conhecendo um pouco mais do que é a Petrobras. Temos nichos, redutos que não entenderam que todos nós estamos no mesmo barco. Eles sabem que o Brasil não aguenta mais - um reajuste de combustível por uma empresa que fatura bilhões de reais às custas do nosso povo brasileiro”. 

Bolsonaro falou sobre a importância do agronegócio e afirmou: “é o trabalho de vocês que mantém a nossa economia de pé e garante a nossa segurança alimentar”. O presidente lembrou declaração da diretora da OMC, que reafirmou a importância do Brasil para a segurança alimentar do mundo e disse: “A importância do Brasil é incontestável. Nossa política externa é simplesmente excepcional. Conversamos com o mundo todo e cada vez mais o mundo se interessa pelo Brasil”.

O presidente lembrou que é sua obrigação zelar pela Constituição, pela democracia e pela liberdade. Bolsonaro disse: “pode ter certeza: faremos isso com muita satisfação. É muito mais fácil eu estar do outro lado, mas o meu lado é o do povo brasileiro. Nada me atrai, nada me seduz, a não ser o carinho de vocês”.

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e pessoas que apenas têm um discurso diferente do imposto pelo cartel midiático vêm sendo perseguidos, em especial pelo Judiciário. Além dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, também o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, criou seu próprio inquérito administrativo, e ordenou o confisco da renda de sites e canais conservadores, como Bárbara, do canal Te Atualizei, e a Folha Política. Toda a receita gerada pelo nosso jornal desde 1º de julho de 2021 está bloqueada por ordem do TSE. A decisão, que teve o aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, vem sendo mantida pelo ministro Mauro Campbell Marques, que mantém os sites e canais conservadores sem seus meios de subsistência.  Há mais de 10 meses, toda a renda do nosso trabalho vem sendo retida, sem qualquer previsão legal. 

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