domingo, 29 de maio de 2022

Coronel Tadeu questiona participação de ministros do STF e STJ em evento patrocinado por empresas que serão julgadas por eles


Em live transmitida por suas redes sociais, o deputado federal Coronel Tadeu comentou notícia publicada pela velha imprensa sobre a participação de ministros de cortes superiores em evento no exterior, com passagens e hospedagens pagas por empresas que têm casos pendentes de julgamento nessas cortes. 

O deputado apontou: “Gente, eu nem preciso dizer o quanto isso é grave. Juízes que vão julgar essas empresas, e essas empresas pagando esse evento, essa palestra, passagens de avião, isso tudo”. O deputado apontou que os patrocinadores do fórum têm litígios de pouco mais de 8 bilhões de reais na área de falências, que ainda dependem de julgamento. 

Coronel Tadeu mostrou um vídeo promocional do evento e afirmou: “falta compliance no Judiciário”. O deputado explicou que, quando uma organização tem boas práticas de compliance, certos vínculos são terminantemente proibidos. Ele apontou: “isso fere demais qualquer regra ética. Isso não deveria acontecer”. 

Com o pretexto da pandemia, até mesmo a liberdade de culto foi restringida no Brasil, assim como as liberdades de ir e vir, de trabalhar, e as liberdades de expressão e imprensa. Cidadãos que expressem suas opiniões ou manifestem apoio ao presidente são alvo de intensa perseguição, podendo ser alvos de prisões, buscas e apreensões, censura e até mesmo confisco. 

Em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, “matérias”, “reportagens” e “relatórios” produzidos pela velha imprensa contra seus adversários políticos ou concorrentes são aceitas como provas, sem questionamento, e servem como pretexto para devassas em pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”. O resultado das devassas é compartilhado com a velha imprensa, que então expõe seus concorrentes apresentando atos banais como se fossem crimes, em matérias que servem como base para novos atos contra a concorrência.

Em uma decisão monocrática em um inquérito administrativo, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar a renda de sites e canais conservadores para impedir suas atividades, com o respaldo e aplauso dos ministros do STF Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. A Folha Política tem toda a sua renda confiscada desde 1º de julho de 2021. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator. 

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