segunda-feira, 23 de maio de 2022

Deputados, senadores e jornalistas se pronunciam e comemoram após Doria desistir de candidatura à Presidência da República


O ex–governador de São Paulo, João Doria, anunciou com estardalhaço que desistiu de disputar as eleições presidenciais. O anúncio imediatamente gerou uma onda de comentários nas redes sociais, em sua maioria lembrando que Doria não tinha nenhum apoio popular após sua atitude ditatorial à frente do estado. 

O deputado federal Capitão Derrite avaliou: “Doria desiste para tentar sair por cima de um sonho que sonhou sozinho. Os 2% o fizeram descer do ego o qual carrega, mesmo depois de destruir SP e terminar o desserviço de seu partido. Eu já sabia. Temos que lembrar que o candidato dele em SP representa exatamente o mesmo”.

Ricardo Salles, ex-ministro do Meio Ambiente no Governo Bolsonaro, alfinetou: “De tanto acelerar, bateu no muro”.

O deputado federal Daniel Freitas pontuou: “Dória foi às lágrimas ao anunciar que desiste oficialmente da sua pré-candidatura. Ele afirmou: ‘entendo que não sou o candidato da cúpula do PSDB, e aceito.’ Como diria uma jornalista de uma certa emissora, o choro é livre. Fica em casa, a presidência a gente vê depois!”.

O deputado federal Paulo Eduardo Martins, pré-candidato ao Senado pelo Paraná, comentou: “João Dória desistiu de ser o que ninguém queria que ele fosse”.

A deputada federal Carla Zambelli satirizou: “O homem do 1% desistiu! 🤣🤣🤣 Tchau, querido!”.

A internauta Elainne Faria apontou: “Doria desistiu da candidatura. O preço do autoritarismo é a impopularidade”.

O ativista Alan Lopes asseverou: “Doria arregou!!! Acaba de declarar desistência da sua candidatura. Mais um a se juntar ao time de fracassados da política brasileira. A realidade vai se impondo e eles passam a entender que o povo vomitou todos os canalhas. Só existe uma via para o Brasil: JAIR MESSIAS BOLSONARO!”.

Coronel Tadeu, deputado federal aliado do presidente Jair Bolsonaro, apontou: “URGENTE- Doria praticamente é expulso da política, mas faz um merchant para dizer que está cedendo em favor de uma construção política. Creio que hoje o tucanato está em festa. Olha aí o alívio”.

O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, declarou: “O Doria desistiu da pré-candidatura à presidência. O povo enxerga o teatro que políticos fizeram na pandemia, tentando crescer em cima de algo tão triste. Queriam destruir a economia, criar uma narrativa e se apresentar como salvadores da pátria. Mas o tiro saiu pela culatra”. O empresário acrescentou: “Caro ex político Doria, chegou o momento que você tão esperava: Fique em casa”.

O deputado estadual Douglas Garcia ridicularizou: “Para não perder para margem de erro, João Doria desiste de ser candidato a Presidente”.

O deputado federal Carlos Jordy comentou: “Doria desiste da candidatura à Presidência. A margem de erro agora assume a liderança isolada da 3ª via”.

O vereador Dylan Dantas, por sua vez, vaticinou: “Agora oficialmente, Doria desistiu de ser candidato a presidente. Do desgoverno ao ostracismo, agora o calça-apertada não se elege mais nem pra síndico! #javaitarde”.

O senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, criticou: “Ao desistir da pré-candidatura, Doria mostra que a conta do autoritarismo é a impopularidade. Só lamento de ele não ter desistido, na época, de mandar soldar e fechar portas de comércios e de prender pessoas que estavam na rua buscando seu sustento e de suas famílias”.

A internauta Elisa Brom publicou o vídeo do anúncio e disse: “Que Cena Patética… Doria não desistiu de se candidatar à presidência, ele sempre soube que não tinha chance alguma. Doria desistiu de passar vergonha!”

O deputado estadual Gil Diniz disse: “João Doria retira sua candidatura na esperança de salvar Rodrigo Garcia. Não conseguirão a presidência e perderão o governo de São Paulo!”. Ele publicou o vídeo da desistência e afirmou: “A Globo está perdendo um ator! Doria ensina como chorar sem derramar uma lágrima. A plateia aplaude sem parar na certeza que o ator não voltará mais para a política”. 

A escritora Claudia Wild afirmou: “João Doria sai, temporariamente, da cena política assim como entrou: representando um papel patético. O político autoritário tem um predicado que ninguém pode negar; sua expertise em portar-se como um autêntico canastrão sul-americano”.

O jornalista Rodrigo Constantino disse: “O "pai da vacina", o "homem da ciência", o responsável pelo "lockdown humanitário", e ainda assim um PÁRIA NO PRÓPRIO PARTIDO, com todos tentando se livrar do fardo, do peso de sua candidatura. João Doria sim, Miriam Leitão, colheu o que plantou!!!”

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse: “Hoje o psdb pode dar ao Dória o mesmo veneno que ele deu a todos que o apoiaram durante a vida. Só fico triste pelos 2% dos Brasileiros que ainda queriam votar nele”.

O deputado Anderson Moraes disse: “João Doria desistiu de concorrer à Presidência. Nunca deveria ter a cara de pau de se lançar, depois do caos provocado na pandemia, além de aumento de impostos, etc. Se os outros tiverem mancômetro de se retirar, é Bolsonaro por W.O.!”

O deputado estadual Gilberto Silva afirmou: “Colhemos o que plantamos!”

A permanência de medidas restritivas arbitrárias impostas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia é um dos sinais de que, no Brasil, os cidadãos não vivem em uma democracia. 

Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. 

A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. Há mais de 10 meses, toda a renda do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica.

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