quinta-feira, 12 de maio de 2022

Em primeiro ato, novo ministro de Minas e Energia pede estudos para privatização da Petrobras


O presidente Jair Bolsonaro nomeou o economista Adolfo Sachsida para o ministério de Minas e Energia, no lugar de Bento Albuquerque. A decisão foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União. O novo ministro fez um pronunciamento, em que afirmou que o Brasil precisa ser um porto seguro para investimentos. 

O ministro afirmou: “para o Brasil ser o porto seguro do investimento, nós precisamos de medidas estruturais. Medidas pontuais têm pouco ou nenhum impacto e, por vezes, têm impacto oposto ao desejado”. O ministro Adolfo Sachsida falou da importância de atingir segurança jurídica para os investimentos. 

O ministro explicou que o contexto geopolítico atual é fundamental. Ele disse: “é fundamental destacar o realinhamento mundial dos investimentos. O investimento internacional está saindo de países arriscados e migrando para democracias ocidentais amigas, e o Brasil é, sem sombra de dúvida, um porto seguro para esses investimentos”. Sachsida alertou: “países que não aproveitarem este momento perderão, por décadas, a chance de atrair novos investimentos”.

Sachsida apontou: “Vamos insistir nas medidas estruturais para melhorar o ambiente de negócios, a segurança jurídica e o investimento privado no Brasil, para que nós aproveitemos essa rodada decisiva de realocação produtiva do investimento mundial. O  Brasil é hoje uma importante referência mundial no que se refere à segurança alimentar e segurança energética”. 

Sachsida anunciou seu primeiro ato como ministro de Minas e Energia: “Meu primeiro ato como ministro de Minas e Energia é solicitar ao ministro Paulo Guedes que leve ao Conselho a inclusão da PPSA no PND, para avaliar as alternativas para sua desestatização. Ainda como parte do meu primeiro ato, solicito também o início dos estudos tendentes à proposição das alterações legislativas necessárias à desestatização da Petrobras. 

Medidas estruturais, pelo lado da oferta, irão estimular o investimento privado, atrair o capital internacional, e ajudar a colocar o Brasil, definitivamente, no caminho da prosperidade, com taxas de crescimento de longo prazo sustentáveis”. 

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