segunda-feira, 9 de maio de 2022

Paulo Guedes faz desabafo impactante ao rebater manipulações contra Bolsonaro: ‘Desonestidade intelectual!’


O ministro da Economia, Paulo Guedes, discursou durante o lançamento da plataforma Monitor de Investimentos, quando foram divulgadas informações sobre investimentos e sustentabilidade nos principais setores da economia.  O ministro disse: “Qualquer estudo sério de crescimento econômico sabe que tecnologia, educação aumentam a produtividade, os salários, são decisivos na formação do mercado de consumo de massa, que é para onde o Brasil quer se encaminhar. Uma democracia, um sistema político livre e aberto, e uma economia de mercado criando o consumo de massa, uma grande classe média emergente. Esse é o caminho da prosperidade que estamos traçando”

O ministro Paulo Guedes explicou o contexto geopolítico: “Dois episódios marcantes registraram o rompimento das cadeias produtivas globais após um crescimento virtuoso e sincronizado. Primeiro, as tensões comerciais entre as duas grandes potências econômicas do mundo, Estados Unidos e China. Logo depois, veio a COVID, que foi a maior crise sanitária da história do último século. Isso provocou uma ruptura das cadeias de suprimentos. Antes que o mundo se recuperasse da pandemia, os riscos geopolíticos sobem: começa uma guerra…bárbara, algo completamente imprevisível para o século XXI”

O ministro explicou: “Isso lança em dúvida o próprio funcionamento e a capacidade das organizações internacionais, rompe as cadeias produtivas. É muito grave, é muito sério o que está acontecendo. Dentro dessa enorme confusão, dessa ruptura, é o momento da reconfiguração dessas cadeias produtivas. Agora, com dois elementos antes ausentes: a proximidade interessa - o ‘nearshoring’. A facilidade logística. Não adianta ter seus suprimentos muito longe, exatamente pela possibilidade de rompimento. Passível de bloqueio, tendo em vista o risco geopolítico. Um aumenta a importância do outro. Depois, o segundo vetor importante. O ‘friend-shoring’. Tem que estar perto e tem que ser confiável. Existem três grandes problemas e o Brasil é parte da solução: a segurança energética do mundo, a segurança alimentar do mundo e as mudanças climáticas”.

Paulo Guedes explicou que, nesse contexto, o Brasil encontra uma situação favorável. Ele disse: “O Brasil é uma democracia estável. Muito barulhenta, mas entrega resultados, faz as reformas que países avançados não conseguiram fazer. Vacinou a maior parte de sua população, mais do que a média dos países avançados. Retirou o país do abismo econômico. Zeramos o déficit público. A dívida pública diminuiu. E o Brasil vai crescer de novo, vai surpreender neste ano. O Brasil seguiu com as reformas e se transformou na maior fronteira de investimentos disponíveis no mundo”.

Nesta toada, o ministro desabafou: “Fomos atingidos por duas guerras. Pela pandemia e por essa outra guerra. Aumentou os preços de comida e de energia, dando uma sensação de perda de poder de compra, de empobrecimento. Está acontecendo no mundo inteiro e, por desonestidade intelectual, está sendo atribuída ao governo. O Governo Bolsonaro pega um país quebrado, uma pandemia, uma guerra que encarece comida e energia, e, ainda assim, cresce. Ainda assim, gera 12 milhões de empregos em um ano e meio. Ainda assim, tem 800 bilhões em compromissos de investimentos. Estamos no caminho certo e vamos aprofundar este trabalho”.

A ditadura da toga segue firme. O Brasil tem hoje presos políticos e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 10 meses, todos os rendimentos do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. 

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