sexta-feira, 17 de junho de 2022

Bolsonaro é aplaudido de pé na Assembleia de Deus ao convocar à luta por liberdade e justiça no Brasil


Em discurso no Culto pela Celebração dos 111 Anos da Assembleia de Deus no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro relembrou sua trajetória pessoal e política. O presidente lembrou que após a reeleição da ex-presidente Dilma, decidiu que precisava mudar o Brasil. O presidente relembrou a campanha, a eleição, e a formação inicial dos ministérios, quando escolheu pessoas tecnicamente qualificadas, em sua maioria cristãos. 

O presidente lembrou que seu governo vem sendo marcado por grandes dificuldades, como a pandemia que se abateu sobre o mundo e, agora, a guerra na Ucrânia, com suas consequências para todos os países. Bolsonaro lembrou as medidas tomadas pelo governo federal para diminuir o sofrimento da população em meio aos prejuízos causados pelas políticas de governadores e prefeitos.

Bolsonaro apontou que um problema atual é a luta pela liberdade no país. Ele disse: “vocês sabem que, hoje em dia, temos a nossa liberdade ameaçada”. Bolsonaro acrescentou: “Com todo o respeito a quem pensa diferente, eu entendo que há algo mais importante que a própria vida. É a nossa liberdade. Porque um homem, uma mulher sem liberdade não vive. Muitos queriam que num passado recente eu tomasse certas posições. Mas estava na minha cabeça uma outra passagem bíblica, que eu interpretava da minha maneira. Hoje, eu entendo que todos já sabem por que lutamos”. 

O presidente apontou que a população já sabe o papel das instituições, inclusive do Supremo Tribunal Federal, e lembrou que o próximo presidente indicará mais dois ministros para a Corte já no ano que vem. Bolsonaro disse: “nós queremos que cada poder seja forte, mas que saiba respeitar os demais poderes, em especial o nosso povo, de onde vem o nosso poder”. 

Bolsonaro disse que, para as próximas eleições, apresentam-se dois campos opostos, e afirmou: “assim nós podemos fazer comparações. E a decisão final cabe a cada um de vocês”. O presidente acrescentou: “somos escravos das nossas decisões. Temos aqui na América do Sul exemplos para não serem seguidos”. Ao concluir, Bolsonaro disse: “cada um fará todo o possível pela sua pátria, de modo que nós possamos dizer aos nossos filhos e netos “eu lutei por você””. 

A ditadura da toga segue firme. O Brasil tem hoje presos políticos e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 11 meses, todos os rendimentos do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo e as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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