segunda-feira, 6 de junho de 2022

Bolsonaro e Paulo Guedes anunciam medidas emergenciais para reduzir efeitos da guerra, impostos e diminuir o preço dos combustíveis


O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado de seus ministros e dos presidentes da Câmara e do Senado, fez uma declaração à imprensa para anunciar medidas para reduzir o preço dos combustíveis. Em sua apresentação, o presidente Jair Bolsonaro relembrou as ações do governo durante a pandemia, para proteger a população, e apontou: “E apareceu um outro problema. Uma guerra a 10 mil km de distância, que traz reflexos econômicos para todo o mundo”.

O presidente afirmou que, embora os efeitos da guerra estejam sendo reduzidos no Brasil, o preço dos combustíveis tem sido um problema. Bolsonaro disse: “nós sabemos o que vem acontecendo na questão dos combustíveis, onde todos sofrem, em especial os mais humildes”. 

O presidente lembrou que a Câmara aprovou um projeto de lei complementar para fixar um máximo para o ICMS cobrado pelos estados, mas o projeto segue parado no Senado, e fez um apelo: “A gente espera, obviamente, que haja um entendimento por parte dos senhores senadores”. 

O presidente explicou, então, sua proposta para avançar na diminuição da carga tributária para os brasileiros. Ele propôs ressarcir os governadores que reduzam os tributos sobre os combustíveis, como já foi feito pelo governo federal, que chegou a zerar os impostos sobre o diesel e o gás de cozinha. O presidente explicou: “essas propostas foram colocadas na mesa hoje para os presidentes das duas casas. Em havendo entendimento, (...) isso se faria valer imediatamente para os consumidores na ponta da linha, essa redução no imposto dos combustíveis”. 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, explicou, então, mais detalhadamente, como funciona o plano proposto aos parlamentares, explicando a necessidade das medidas dentro do contexto de crise mundial. O ministro apontou que o governo federal vem mantendo seu duplo compromisso de cuidar da saúde dos brasileiros e da economia e pediu a colaboração de todos, explicando que o governo federal ressarcirá os estados para que esses diminuam a carga tributária para a população. 

A ditadura da toga segue firme. O Brasil tem hoje presos políticos e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 11 meses, todos os rendimentos do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo e as propostas de cidadãos e políticos de direita.

Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a evitar que o jornal seja fechado pela ausência de recursos para manter sua estrutura, cumprir seus compromissos financeiros e pagar seus colaboradores, doe por meio do PIX cujo QR Code está visível na tela ou por meio do código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

A Folha Política atua quebrando barreiras do monopólio da informação há 10 anos e, com a sua ajuda, poderá se manter firme e continuar a exercer o seu trabalho. PIX: ajude@folhapolitica.org


Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...