sábado, 18 de junho de 2022

Bolsonaro faz revelações sobre ligação telefônica com Moraes, do STF, acordo após 7 de setembro de 2021 e violações à Constituição


Durante um Ato de Unção Apostólica, em Manaus, o presidente Jair Bolsonaro explicou uma série de fatos sobre a conjuntura política atual. O presidente falou sobre as interferências do poder Judiciário nos outros poderes, exemplificando com os atos do ministro Luís Roberto Barroso, que se reuniu com líderes partidários na Câmara. 

Bolsonaro lembrou que a alma da democracia é o voto, e apontou: “temos um quadro pintado aqui. Vimos deputado sendo preso, apesar do art. 53”. O presidente lembrou que houve uma emenda à Constituição para dar mais clareza ao art. 53, explicitando que os parlamentares têm imunidade por QUAISQUER opiniões, palavras e votos, mas o artigo vem sendo desrespeitado pelo Supremo Tribunal Federal. 

O presidente disse: “Mas, hoje em dia, por enquanto, você só tem imunidade para votos. Por enquanto. Pessoal, se fazem com parlamentar, o que não vão fazer com vocês? Nós temos que aprender com o erro dos outros. Com a Jeanine Añez. Com a punição de atos antidemocráticos” .

Bolsonaro alertou: “a gente vê por aí culpados sendo inocentados e inocentes sendo punidos. Qual é a mensagem que eu estou dando para vocês? Vamos zelar pela nossa democracia, pela nossa liberdade, enquanto ainda há tempo”.

O presidente, então, anunciou que faria uma revelação e relatou os fatos do dia 9 de setembro, quando assinou uma carta aos brasileiros. Bolsonaro disse: “uma revelação para vocês. Vocês lembram do 7 de setembro do ano passado. Eu não fiquei sabendo de uma vidraça quebrada, uma lixeira revirada… Mas o que a imprensa falou? Ato violento, atentatório à democracia. 7 de setembro. Muitos queriam que eu metesse o pé na porta. Ou não era isso?”.

Bolsonaro relatou que, no dia 9 de setembro, recebeu o ex-presidente Michel Temer, que trouxe um celular e colocou no viva-voz o ministro Alexandre de Moraes. O presidente disse: “Conversei 3 vezes com ele. A carta, eu assinei. Vocês viram. Eu me descapitalizei politicamente. Fui ofendido por palavras mais variadas possíveis”. 

O presidente afirmou: “o que eu conversei com o Alexandre de Moraes foi uma pacificação. Eu entrava com a carta, e ele entrava com outras coisas. Entre elas, em poucas semanas, o arquivamento dos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos. Ele cumpriu algo? Não!”.

O presidente afirmou que temeu medidas internacionais contra o Brasil. Ele disse: “era o que eles queriam”. Bolsonaro acrescentou: “Ele queria que eu tomasse uma decisão drástica no 7 de setembro”. Bolsonaro disse que, de lá para cá, o povo aprendeu algo: que ele não quer dar golpe. Ele disse: “eu quero tranquilidade, quero democracia, e todos nós queremos respeito”.

A ditadura da toga segue firme. O Brasil tem hoje presos políticos e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 11 meses, todos os rendimentos do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo e as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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