sábado, 25 de junho de 2022

Bolsonaro faz um de seus mais fortes pronunciamentos em Santa Catarina: 'o maior pecado é o da omissão'


O presidente Jair Bolsonaro discursou a uma multidão na Marcha para Jesus que ocorre hoje em Balneário Camboriú, Santa Catarina. O presidente lembrou que o povo brasileiro é, em sua maioria, cristão, gentil, ordeiro e trabalhador. Ele disse: “um país que, no passado, já se livrou de outras artimanhas daqueles que queriam roubar a nossa liberdade. A história bem demonstra tudo isso”.

O presidente apontou que “o mundo todo atravessa momentos difíceis, consequência da pandemia, de uma guerra que afeta a toda a humanidade. O Brasil também sofre essas consequências”. 

Bolsonaro disse que, além das questões materiais, temos “uma luta do bem contra o mal”. O presidente disse: “A minha chegada a Brasília tirou da zona de conforto quem queria o mal do nosso país. Eles se uniram. Solapam a nossa democracia. Nos acusam do que eles, verdadeiramente, são. Se julgam os donos da verdade. Acham que podem tudo, até mesmo nos escravizar”.

O presidente apontou: “nessa briga do bem contra o mal, nós sabemos o que está na mesa”. Ele comparou as propostas das diferentes campanhas, lembrando, entre outros tópicos: “um lado quer que seu povo se arme, para que cada vez mais se afaste a sombra daqueles que querem roubar essa tão sagrada liberdade. E eu tenho dito: povo armado jamais será escravizado”. Ele citou palavras da Bíblia: “vendam suas capas e comprem espadas”. 

O presidente lembrou que foi eleito mencionando uma passagem bíblica, João 8:32: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Ele disse: “Depois, uma outra passagem. Muita gente sofreu ao longo desses últimos 2 anos. Muitos inocentes sofreram, com a perda daquilo que é mais sagrado para cada um de nós: a liberdade. Muitos queriam que a gente tomasse uma decisão. Passei a usar outra passagem bíblica: por falta de conhecimento, meu povo pereceu”. O presidente disse que, com sua chegada ao poder, o brasileiro começou a entender o que é política e como funcionam os poderes. 

Bolsonaro acrescentou: “O que eu falo não é em vão. Não podemos admitir que, enquanto estiver acontecendo algo de mal para os outros, nós fiquemos calados do lado de cá. Esse mal vai bater na sua porta um dia. Sempre tenho falado das 4 linhas da Constituição. Tenham certeza: se preciso for, e cada vez mais parece que será preciso, nós tomaremos as decisões que devam ser tomadas, porque, cada vez mais, eu tenho um exército, que se aproxima dos 200 milhões de pessoas nos 4 cantos desse Brasil. Não podemos esperar chegar a 23 e 24, olhar para trás, e perguntarmos a nós mesmos: o que nós não fizemos para que chegássemos a essa situação difícil de hoje em dia?. Nós somos a maioria. A democracia é vocês. Vocês têm que dar o norte para todos nós”.

O presidente mencionou a terceira passagem bíblica que vem utilizando, “nada temei, nem mesmo a morte, a não ser a morte eterna”, e acrescentou: “o maior pecado que qualquer um de nós pode cometer é o pecado da omissão. Sabemos o que nos espera, pedimos a Deus que demova essas pessoas dos seus objetivos, que não são os objetivos desses mais de 200 milhões de habitantes do nosso Brasil”.

Bolsonaro pediu aos brasileiros que façam sua parte, de esclarecer amigos e vizinhos sobre os riscos do país entrar para o “trenzinho” que vai da Venezuela à Colômbia, com um rastro de destruição. O presidente disse: “sabemos o que queremos. Não podemos aceitar passivamente aqueles que querem impor sua vontade sobre nós”.

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e pessoas que apenas têm um discurso diferente do imposto pelo cartel midiático vêm sendo perseguidos, em especial pelo Judiciário. Além dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, também o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, criou seu próprio inquérito administrativo, e ordenou o confisco da renda de sites e canais conservadores, como Bárbara, do canal Te Atualizei, e a Folha Política. Toda a receita gerada pelo nosso jornal desde 1º de julho de 2021 está bloqueada por ordem do TSE, com aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Há mais de 11 meses, toda a renda do nosso trabalho vem sendo retida, sem qualquer previsão legal. 

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