quarta-feira, 1 de junho de 2022

Deputado do PSOL ‘surta’, grita, causa tumulto e entra em confronto com Lira em plena Câmara


A Câmara dos Deputados foi palco de um conflito entre Arthur Lira, presidente da Casa, e Glauber Braga, deputado federal do PSOL. O parlamentar insinuou que Lira não teria vergonha, iniciando gritos e provocando outros parlamentares. Ao rebatê-lo, Lira foi aplaudido pela maior parte dos presentes, enquanto Braga foi apoiado pela deputada Érika Kokay, do PT.

Arthur Lira retrucou: “Eu lhe peço que o senhor se contenha. Faça suas críticas, seus comentários, mas não venha com palavras de baixo calão. Só falta chamar um colega para a briga no Plenário. Está exagerando faz muito tempo. Se faltar com o respeito, corto seu microfone. Está muito mal acostumado (...). Isso não existe. Tem que ter decoro nesse Plenário”.

Em meio a gritos de Glauber Braga, o deputado federal Bibo Nunes, aliado do presidente Jair Bolsonaro, comentou: “Muito bem. Quem manda é o presidente. Ele não é líder do PSOL. Eu estou falando e esse cidadão aqui vai me respeitar. Peço que faça exame toxicológico nesta casa. Eu serei o primeiro a fazer”.

Lira, por seu turno, complementou: “Glauber, o senhor não tem direito regimental. Não tem delegação para falar. Não vai tumultuar a sessão. Responderá no conselho de ética pelo que disse aqui. Artigo 73: ‘Nenhum deputado poderá referir-se de forma descortês ou injuriosa’. Vossa excelência está acostumado a descumprir o regimento, a ser descortês. Não ganhará no grito. Aprenda a ter respeito. Não é com gritaria que o senhor falará aqui hoje. Pode fazer o carnaval que quiser. Se continuar a usar de desrespeito, usarei de medidas mais duras para retirá-lo do Plenário (...). Vergonha, eu tenho de dizer que vossa excelência faz parte deste Plenário, tenho vergonha de fazer parte do mesmo Parlamento de que vossa excelência faz parte”.

Com o pretexto da pandemia, até mesmo a liberdade de culto foi restringida no Brasil, assim como as liberdades de ir e vir, de trabalhar, e as liberdades de expressão e imprensa. Cidadãos que expressem suas opiniões ou manifestem apoio ao presidente são alvo de intensa perseguição, podendo ser alvos de prisões, buscas e apreensões, censura e até mesmo confisco. 

Em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, “matérias”, “reportagens” e “relatórios” produzidos pela velha imprensa contra seus adversários políticos ou concorrentes são aceitas como provas, sem questionamento, e servem como pretexto para devassas em pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”. O resultado das devassas é compartilhado com a velha imprensa, que então expõe seus concorrentes apresentando atos banais como se fossem crimes, em matérias que servem como base para novos atos contra a concorrência.

Em uma decisão monocrática em um inquérito administrativo, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar a renda de sites e canais conservadores para impedir suas atividades, com o respaldo e aplauso dos ministros do STF Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. A Folha Política tem toda a sua renda confiscada desde 1º de julho de 2021. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator. Há 11 meses, todos os nossos rendimentos são retidos sem qualquer base legal. 

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