segunda-feira, 6 de junho de 2022

Deputado Ricardo Arruda se enfurece ao abordar perseguição a Francischini no TSE e no STF: 'Os que são pagos para guardar a Constituição estão rasgando ela diariamente'


Da tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná, o deputado estadual Ricardo Arruda cumprimentou o deputado Fernando Francischini e os outros que também tiveram seus mandatos restaurados pela decisão do ministro Kássio Nunes Marques que suspendeu uma decisão do TSE. 

Arruda disse: “primeiramente, quero cumprimentar os colegas deputados que retornaram a esta casa. A Justiça foi feita. Temos vivido momentos, no Brasil, bem complicados, onde a Constituição Federal, pelo jeito, perdeu o valor, porque os que são pagos para guardar a Constituição estão rasgando ela diariamente. Eu falo da atual corte suprema do nosso País. O caso que tirou o mandato do Francischini e dos demais colegas foi uma aberração jurídica jamais ocorrida em nosso País. Algo lamentável. Óbvio: para quê? Para atacar o presidente Bolsonaro”.

O deputado alertou: “O Supremo hoje quer fazer leis. Ele não respeita mais os parlamentares. Nós somos eleitos para fazer as leis, porém hoje o Supremo está ignorando isso. Faz o que quer. Determina a lei, inventa a lei. É ridículo o que está acontecendo em nosso País’.

Arruda respondeu a um colega deputado, que havia ironizado as preocupações do presidente Bolsonaro e mencionado uma “pesquisa”, e disse: “Quando ele cita a pesquisa Datafolha, isso é uma afronta. É uma afronta à inteligência dos brasileiros. É um tapa na cara. É chamar todo mundo de burro. Como pode um descondenado, que não pode dar três passos na rua que é vaiado, é xingado, estar na frente?”. O deputado afirmou que Lula fará “campanha virtual” para que as TVs não mostrem as vaias que receberá se for às ruas. 

O deputado desafiou os colegas de esquerda a saírem às ruas com Lula enquanto ele sai com Bolsonaro. Arruda disse: “duvido que o descondenado terá coragem de sair na rua, porque é um covarde que roubou nosso País e está sendo apadrinhado por uma Suprema Corte covarde, uma suprema corte que virou um puxadinho do PT. Não podemos perder uma eleição num golpe”.

O deputado lembrou que o STF, primeiramente, “descondenou” Lula. Arruda disse: “descondenaram ele, tornaram ele elegível. Uma aberração jurídica”. O deputado afirmou que, em seguida, ministros se envolveram em articulações políticas. Em seguida, convidou o Exército a participar das eleições, apenas para rejeitar as sugestões feitas pelos militares. Por fim, convidou representantes de outros países. Arruda disse: “Ora, está escancarado que algo está acontecendo! Ou não? Como que eu não aceito a vontade popular, que eu não aceito evoluir a urna eletrônica, melhorar a transparência, eu luto e faço lobby político para que não aprove, e agora vou chamar os colegas de outros países, óbvio, colegas de esquerda, para validar uma eleição aqui? Quem tem que validar aqui é o povo brasileiro. O interesse é do Brasil. É a soberania nacional que está em jogo”. 

Arruda rebateu alegações de que Bolsonaro estaria nervoso por causa de maus resultados na economia, lembrando que o país voltou ao grupo das 10 maiores economias, que é o país que mais reduziu o desemprego no G20, e que as estatais passaram a dar lucro e a contribuir para o desenvolvimento do País. O deputado disse: “ o Brasil vem crescendo. A Itaipu nunca investiu tanto. Ou melhor, não investia nada no Paraná, porque aquilo era um cabide de empregos do PT, e outros aí que mamavam na teta do governo. Essa mamata acabou!”. Arruda concluiu: “todas as estatais davam prejuízo no governo PT, e hoje todas dão lucro. O que quer dizer isso aí? É que hoje, numa gestão honesta e competente do governo Bolsonaro, o Brasil vem mostrando a realidade da grande potência que é. Porque acabou a roubalheira que o PT fez no nosso Brasil”.

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e pessoas que apenas têm um discurso diferente do imposto pelo cartel midiático vêm sendo perseguidos, em especial pelo Judiciário. Além dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, também o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, criou seu próprio inquérito administrativo, e ordenou o confisco da renda de sites e canais conservadores, como Bárbara, do canal Te Atualizei, e a Folha Política. Toda a receita gerada pelo nosso jornal desde 1º de julho de 2021 está bloqueada por ordem do TSE, com aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Há mais de 11 meses, toda a renda do nosso trabalho vem sendo retida, sem qualquer previsão legal. 

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