quinta-feira, 16 de junho de 2022

Deputados e jornalistas pressionam Moraes, do STF e do TSE, após revelação de ‘milícias digitais’ da CUT e do PT


Após o jornal Metrópoles divulgar que a Central Única dos Trabalhadores (CUT) criou o que chama de “brigadas digitais” para divulgar material do ex-presidente Lula, diversos parlamentares e cidadãos questionaram se as autoridades eleitorais agirão em face das claras evidências. Alguns parlamentares, como os deputados Paulo Martins e Carla Zambelli, relataram que já apresentaram notícias-crime ao ministério público eleitoral. 

O deputado Paulo Eduardo Martins disse: “Hoje protocolei representação junto à PGE para investigar as "brigadas digitais" da CUT em favor da campanha do Sr. Lula. Se comprovados, os fatos podem levar à inelegibilidade do pré-candidato por abuso do poder econômico e utilização indevida dos meios de comunicação social”. Após a publicação de uma nota da CUT, o parlamentar ironizou: “Agora a CUT diz que a milícia digital que ela disse ter formado não é o que ela disse. Ontem fizemos uma representação à PGE sobre o caso”.

A deputada Carla Zambelli também anunciou que apresentou notícia-crime ao ministério público eleitoral, acrescentando: “solicitamos, desde já, o congelamento de todos os repasses de fundo eleitoral e partidário ao Partido dos Trabalhadores”. A deputada afirmou que as provas apresentadas são suficientes para a cassação do registro do Partido dos Trabalhadores. 

O deputado Sanderson disse: “CUT contratar empresas para promover disparo em massa de propaganda a favor de Lula é flagrante transgressão eleitoral, além, é claro, de crime previsto no código de defesa do consumidor pela prática de “propaganda enganosa””.

O deputado Marco Feliciano afirmou: “Mídia diz que a CUT contratou empresas para disparar propaganda de Lula no WhatsApp. Se é de direita, são “milícias digitais”. Se é de esquerda, chamam “brigadas”. Se é a favor de Bolsonaro, é antidemocrático. Se é a favor de Lula é livre expressão do pensamento. Ganharemos mesmo assim!”

A deputada Caroline de Toni disse: 

“- Se o incêndio é na Argentina… Aquecimento global foi o que causou! Se é no Brasil, culpa do Bolsonaro!

- Se a CUT contrata disparos em massa e organiza grupos para defender o Lula… É política, é liberdade de expressão. Se é a direita? São milícias digitais, é crime eleitoral!

- Bolsonaro encontra-se com o povo? Campanha antecipada! Lula pede voto? Um ato falho de um pré-candidato emocionado!

- Bolsonaro acusa o STF de ativismo? É um golpista! Um déspota! O Globo diz o mesmo em editorial? Aí é opinião baseada na realidade com apoio de especialistas.

A esquerda engana-se se acha que o povo é trouxa. Todo mundo já sabe qual é o jogo”.

O vereador Octavio Sampaio perguntou: “Quer dizer então que a CUT, braço histórico da esquerda brasileira, tá mandando ver na robozada? Brigadas Digitais? Disparo em massa confesso via whattsapp? E vai ficar por isso mesmo?”.

O ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, disse: “CUT cria brigadas digitais. Dois pontos evidentes: 1) Disparos irregulares promovidos pela esquerda. Inquéritos ilegais focados na direita não acham irregularidades, mas, contra a esquerda, nada de ação. CPI das Fake News travou ao constatar que milícias digitais são da esquerda. 2) Se o ex-presidiário lidera com folga a corrida presidencial, por que esse desespero de criar brigadas digitais? Burlar as evidências das ruas está cada vez mais difícil. Mas, para o PT, os limites da lei não existem. Só depende do brasileiro para essa corja não voltar”.

O assessor especial do presidente Tercio Arnaud Tomaz, ironizou: “Nós somos milicianos e não podemos sequer comentar política, eles são brigadas digitais e distribuem materiais de campanha, orientam o militante em todos os passos, enquanto STF e TSE ficam surdos e cegos para o fato”.

O jornalista Leonardo Coutinho publicou um link para uma página da CUT que propõe a formação das “brigadas digitais” e questionou: “Dá para chamar de milícia digital, ou seria maledicência?”.

O vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, disse: “Mesmo escancarado, nenhum movimento aparentemente feito! É do bem…”

O investidor Leandro Ruschel fez uma longa thread com diversos links para matérias que mostram que as táticas em foco sempre foram utilizadas pela esquerda. Ruschel disse: 

“PT monta a sua milícia digital, pela enésima vez. Com direito a disparo em massa no Whats!

Quem não lembra dos MAVs, que operam há mais de década? Ou da rede de blogs sujos pagos pela Secom, e que até lavaram dinheiro. Comunistas SEMPRE acusam os outros de fazer o que eles fazem.

O jornal Metróles apresentou reportagem que revela a montagem de um "gabinete de ódio" pela CUT, que eles chamam de "brigadas digitais". O objetivo é fazer propaganda lulista nas redes e "combater a extrema-direita". É um escândalo!

Nos últimos dois anos, houve o maior ataque às liberdades individuais desde a redemocratização, através dos inquéritos supremos, que tem como objetivo a perseguição e censura de influenciadores e políticos conservadores. Pessoas tiveram suas vidas reviradas, e NADA foi achado.

Mesmo assim, os inquéritos seguem abertos, pessoas são censuradas e tem até prisões preventivas decretadas por platitudes como "discursos contra a democracia e as instituições". Agora, temos mais um exemplo da esquerda fazendo o que o Supremo acusa a direita de fazer.

O secretário de comunicação da CUT explica que o processo é simples: organizar um grupo de Whats com amigos para "convencer que esse ano é Lula, precisamos derrubar Bolsonaro" e um administrador da CUT enviará o material das campanhas, criadas por AGÊNCIAS!

O jornal teve acesso ao material repassado pela CUT, que é basicamente peça de propaganda eleitoral. Há até mesmo base de tweets prontos para serem usados em campanhas de hashtag, com exemplo de campanha já feita. Eles chegam ao ponto de confessar uso de empresa para dar suporte!

"As próximas eleições serão as mais importantes da nossa vida e perder não é uma opção." Com essas palavras, o sindicalista petista deixa claro o caráter eleitoral da iniciativa. A seguir, ele apresenta os resultados alcançados pelas "brigadas".

No trecho seguinte, o sindicalista fala sobre a pauta de um "ministro corrupto", sugerindo que além de campanhas eleitorais a favor de Lula, eles também atuam nas redes para atacar adversários políticos.

Está longe de ser a primeira vez que o PT e a esquerda em geral utilizam esse expediente. Na verdade, quem criou a militância digital foi o PT. Uma matéria da BBC explica como tudo funcionava.

Não podemos esquecer que o PT mantinha uma rede de blogs chapa-branca, abastecidos com recursos milionários da Secom, para defender o governo e atacar adversários. Alguns donos desses sites chegaram a LAVAR DINHEIRO do Petrolão.

Mais recentemente, houve o "Mensalinho do Twitter". Candidatos petistas contrataram agência de publicidade para pagar influenciadores por campanhas ilegais no Twitter. 

Enquanto isso, o próximo presidente do TSE, Alexandre de Moraes, segue acusando a direita de se utilizar de "milícias digitais", que produziriam "notícias fraudulentas", com objetivo de "cooptar votos por coação ou medo".

Na verdade, a direita tem uma base orgânica e legítima muito forte nas redes, e tal base é tratada como ameaça pelo establishment socialista, que recorre à perseguição e censura para combatê-la. Já a esquerda precisa desenvolver esses esquemas ilegais para ter alguma relevância”.

A servidora Sarita Coelho disse: “Até hoje, as únicas milícias digitais efetivamente formadas foram de esquerda.  Foi assim com o Encontro Nacional de Blogueiros, com Blogueiros Sujos (ou Blogueiros Progressistas), com os disparos em massa do PT em 2018, com o Mensalinho do Twitter e agora isto…”

Bárbara, do canal Te Atualizei , disse: “Urgente 🚨 CUT organiza milícia digital, pois o relato dos organizadores é exatamente o que Alexandre de Moraes condena e justifica em seus inquéritos. Temos que chamar atenção do magnânimo, às vezes ele ainda não viu (..)”

O internauta Arthur P. Machado disse: “Desde 2010 o PT tem BRIGADAS DiGITAIS, tem o QG na CUT e seus braços vão até o 247 e outros que fazem transmissões das mais diversas. Claro, que para o sistema trata-se, neste caso, de festa da democracia”.

O perfil “Demagogia do Oprimido” apontou: “A "brigada digital" da CUT é o gabinete do ódio do bem. Nenhum inquérito será aberto no STF sobre isso”. 

Autoridades da justiça eleitoral vêm anunciando que estão muito atentas à eleição deste ano. Há poucas semanas, diversos parlamentares denunciaram atos relacionados à campanha antecipada do ex-presidente Lula, como o pedido de votos feito pela cantora Daniela Mercury durante um showmício, que seria pago com dinheiro público dos contribuintes de São Paulo, e o pedido de votos feito pelo próprio ex-presidente em outro evento. Não há notícia de que a Justiça Eleitoral já tenha apreciado essas denúncias. 

A Justiça Eleitoral, entretanto, é bem ativa para “fiscalizar” cidadãos que apoiem o presidente Jair Bolsonaro ou mesmo noticiem ações do chefe de Estado. Em uma decisão monocrática em um inquérito administrativo, o ex-corregedor do TSE, Luis Felipe Salomão, mandou confiscar a renda de jornais, sites e canais conservadores, entre os quais a Folha Política, para impedir suas atividades. A decisão, que vem sendo mantida pelo atual corregedor, Mauro Campbell Marques, confisca todos os rendimentos de pessoas e empresas obtidos pela monetização de vídeos do youtube. Há mais de 11 meses, todos os nossos rendimentos são retidos sem base legal. O confisco não obedece a qualquer critério relativo aos temas abordados, evidenciando que trata-se de censura direcionada a pessoas e empresas específicas. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo e as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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