sexta-feira, 10 de junho de 2022

Ministério da Defesa envia duro recado ao TSE: ‘não interessa concluir o pleito eleitoral sob a sombra da desconfiança’


Em ofício enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, deu um duro recado ao questionar por que o tribunal vem recusando o encontro entre as equipes técnicas do Exército com as do TSE. O general lembrou que as Forças Armadas foram convidadas para “contribuir para o esforço de aprimoramento da segurança e de ampliação da transparência do processo eleitoral brasileiro”, mas tiveram suas sugestões ignoradas. O ministro afirmou: “a todos nós não interessa concluir o pleito eleitoral sob a sombra da desconfiança dos eleitores. Eleições transparentes são questões de soberania nacional e de respeito aos eleitores”.

Ouça trechos do ofício enviado pelo ministro da Defesa ao TSE. 

Este vídeo mostra um ofício enviado pelo ministro da Defesa ao Tribunal Superior Eleitoral no exercício de suas funções públicas. A Folha Política mostrou este ato e outros eventos como pronunciamentos do presidente da República, e de representantes dos três poderes, assim como atos, eventos e declarações de pessoas relevantes para o debate público. 

Entre inúmeros conteúdos da vida política brasileira, a Folha Política mostrou ao público os debates em torno de uma Proposta de Emenda à Constituição que visava aperfeiçoar o sistema eleitoral. A Folha Política mostrou os debates promovidos pelos proponentes da PEC, e também os debates ocorridos na Câmara dos Deputados, desde a proposição, passando pela Comissão Especial que debateu o tema, pela Comissão de Constituição e Justiça, até sua votação em plenário. O jornal também mostrou os pronunciamentos do presidente da República sobre o tema.  Foram expostos os argumentos favoráveis, contrários, e inclusive os argumentos dos partidos que defenderam a proposta, mas votaram contra. 

O ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o apoio de Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, considerou que mostrar o debate público, com as opiniões de agentes legitimamente eleitos pelo povo e de figuras relevantes da política nacional, seria alguma espécie de “ataque” a alguma instituição. Em decisão inédita, o ministro mandou confiscar a renda do jornal, assim como de outros sites e canais conservadores, para impedir suas atividades. 

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