sábado, 23 de julho de 2022

Bolsonaro rebate narrativas sobre ‘quem se preocupa com os pobres’ e lembra refinarias entregues por Lula à Bolívia


O presidente Jair Bolsonaro fez um discurso a uma multidão antes do início da Marcha para Jesus em Vitória, no Espírito Santo, quando afirmou que “estamos numa luta do bem contra o mal”. O presidente admitiu que, a pretexto de combater a pandemia, os brasileiros passaram a viver em uma ditadura, com direitos e garantias fundamentais restringidos sem qualquer possibilidade de defesa. 

O presidente apontou que seu governo concedeu auxílios aos brasileiros para que pudessem sobreviver em meio às restrições, e rebateu narrativas de que não se preocupa com os pobres. Ele disse: “quem nunca se preocupou com os pobres é quem usou a força para mantê-los dentro de casa”. 

Bolsonaro explicou como as políticas econômicas estão surtindo efeito e superando as consequências da pandemia no mundo todo e também as da guerra da Ucrânia. O presidente explicou como seu governo enfrentou diversas crises e vem tendo sucesso em recuperar a economia e promover o crescimento. 

O presidente lembrou o impacto da corrupção e das políticas desastrosas dos governos petistas para a situação atual do Brasil. Ele relatou que a base do problema dos combustíveis é o fato de o Brasil não ter produção de diesel e gasolina. Bolsonaro disse: “Um presidente começou a fazer 3 refinarias no Brasil. Enterrou mais de 90 bilhões de reais e não fez nenhuma”. O presidente acrescentou: “há 10 anos, duas refinarias nossas foram nacionalizadas pela Bolívia. E o argumento do governo foi na palavra do chanceler à época, Celso Amorim, dizendo que a Bolívia estava certa”.

O presidente disse: “muitas vezes, para fazer o bem, você apanha demais. É muito mais fácil fazer o mal. Mas entendo que a minha vida, o meu mandato, é missão de Deus”. Ele mencionou matérias da velha imprensa que dizem que ele pode ser preso por “ataques à democracia” e alertou: “temos obrigação moral, até com sacrifício da própria vida, de não deixar um país sem liberdade para os nossos filhos”.

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