sexta-feira, 22 de julho de 2022

Bolsonaro responde a jornalistas sobre conversas com Zelensky e Putin, anuncia posição do Brasil, expõe conquistas na economia e retruca distorções


Em coletiva de imprensa, o presidente Jair Bolsonaro abordou recentes diálogos com Zelensky, presidente da Ucrânia, e Vladimir Putin, presidente da Rússia, relatou conversa com um irmão do tesoureiro petista morto em Foz do Iguaçu e com irmão de cabo da Polícia Militar morto durante operação no Rio de Janeiro, mencionou projetos audaciosos para a agricultura e a piscicultura, além de exaltar resultados no combate ao desemprego e à inflação.

O chefe de Estado pontuou: “Eu estive com o irmão do petista. Foi uma conversa com um homem enlutado, choroso. Ligou para a esposa. Fez uma oração. Um irmão querido. Eu tive um contato com ele em 2017, foi fotografado. Atendi a um pedido dele sobre a guarda municipal. Infelizmente, não tem como voltar à vida. Dentro do aniversário, tinha gente que votava em mim. O irmão dele é meu eleitor, o outro irmão é meu eleitor. Dei um abraço nele, assim como hoje falei com a irmã do cabo da Polícia Militar morto pela bandidagem ontem no Rio de Janeiro”.

Ademais, o mandatário acrescentou: “O mais importante para o Brasil e para qualquer outro lugar é o povo (...). Estamos com grandes negócios com o Paraguai. Está sendo conduzido pelo Jorge Seif - está afastado, mas está sendo conduzido - um negócio de piscicultura no Lago de Itaipu. Vamos aumentar em 40% a produção de pescado no Brasil. Houve aceitação da PEC para combater a inflação. Estamos antecipando a questão do trigo, a não saída de grãos da Ucrânia, se continuar dessa forma, vai afetar o preço do alimento no mundo todo. O Brasil, via EMBRAPA, está avançado nisso. Pretendemos potencializar, cultivar trigo em Roraima, 1 milhão de hectares. O Brasil está voando, pessoal. Está uma maravilha. Se só o Brasil tivesse inflação…O Brasil, perto do mundo, está muito bem. O desemprego baixou de dois dígitos e deve baixar de 9% neste mês”.

No que tange à guerra entre a Rússia e a Ucrânia, bem como no que concerne à instabilidade econômica e geopolítica na Europa, o presidente argumentou: “Sobre a conversa com Zelenski, ele desabafou muita coisa, não o retruquei. Mantive a condição de estadista. É lógico que o Brasil é um país importantíssimo. Continuamos nessa posição de equilíbrio. Se eu não tivesse, como estaria a questão de fertilizantes no Brasil? E os produtos do campo? A nossa segurança alimentar e a segurança alimentar de mais de 1 bilhão de pessoas no mundo? Uma guerra, você tem que tentar acabar com ela, não aumentar a temperatura. Repito: nosso contato com o presidente Putin, da Rússia, está dez. Excelente. Nos Estados Unidos, voltamos quase à normalidade. Somos procurados pelo mundo todo. O mundo todo quer negócios conosco. É comum receber telefonemas de chefes de Estado. Olhe como está a Europa com a questão da guerra, corte de gás da Rússia, como está a vida do povo nesses país. Olha a questão ambiental da Holanda influenciando na produção de alimentos. O Brasil está em paz”.

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