quinta-feira, 7 de julho de 2022

Bolsonaro se pronuncia sobre renúncia de Boris Johnson ao dialogar com apoiadores, rebate ataques sobre PEC e alerta para Comunismo Bolivariano


Em conversa com cidadãos nos jardins do palácio da Alvorada, o presidente Jair Bolsonaro comparou a situação do Brasil com a de outros países do mundo e apontou: “estão vendo como está o mundo, e como está o Brasil? A gente está bem”. O presidente afirmou: “As barreiras econômicas dos EUA e da Europa contra a Rússia não deram certo. A minha linha foi do equilíbrio. Mais do que negociarmos fertilizantes, a segurança alimentar para o mundo e a soberania da nossa Amazônia. Um país que está conosco nessa questão de soberania. E alguns não dão valor para isso. Não sabem a riqueza que têm nas mãos”. 

O presidente ironizou: “Os combustíveis caindo bastante, ninguém me culpa agora, né?”. Ele prosseguiu: “Cai o combustível, cai a inflação também. Não temos desabastecimento. Não temos problemas internos. Não temos terror*. Não tem mais o MST. Nós botamos o MST lá embaixo sem usar da violência. (...) O pessoal vai entendendo devagar que não é no grito, não é na demagogia, não é prometendo o paraíso para todo mundo, né, que a esquerda sempre promete, que a gente pode sonhar com um Brasil melhor. O Brasil não é mais do futuro, é do presente. E, se não é eu, o Brasil já estava no buraco”. 

Bolsonaro comparou seu governo com os anteriores, “marcados por mentiras e roubalheira”. Ele disse: “Eu sempre falo, e não me desmentem. Impressionante, né? O endividamento da Petrobras com corrupção, com tudo que se possa imaginar, chegou a 900 bilhões de reais no governo do PT. Daria para fazer 60 vezes a transposição do São Francisco. Não terminaram por quê? Porque o interesse é roubar”. 

O presidente prosseguiu: “O Boris Johnson acabou de pedir demissão, lá. Por coincidência, botei uma matéria, agora, na minha rede de zap sobre essa questão da Rússia…. conosco, a Rússia com a Europa, os EUA. Lá fora, eles sofrem com uma inflação altíssima dos alimentos. Estão sofrendo com o corte de gás da Rússia para a Europa, cortou 40% para a Alemanha esta semana. Nós não temos esses problemas aqui. Não temos”.

O presidente disse ainda: “Amanhã deve passar para 600 reais o auxílio emergencial, para atender aos mais humildes. Vejam a conta de energia elétrica, também. Não é só combustível. O ICMS lá, de 30 a 35%, de acordo com o estado. Vai cair para 17%. Veja quanto você paga de ICMS no celular, também. Vai cair para 17%”. 

Bolsonaro disse que a ajuda que os cidadãos podem dar é de conversar com conhecidos e explicar a situação do país. Ele ironizou: “Se alguém tiver recursos financeiros e tiver algum parente [que gosta da esquerda], paga uma passagem de avião para ele ir até Roraima e de carro até Pacaraima, para ele ver como é, os venezuelanos, chegam 600 por dia no Brasil. Passam por tudo quanto é tipo de barbaridade, que vêm a pé”. O presidente explicou que os venezuelanos que chegam pesam, em média, 15 quilos a menos que os brasileiros. Ele disse: “Fugindo da violência e da fome. Todo mundo aqui, acho que tem carinho por cães e gatos. Na Venezuela não tem mais cães e gatos, comeram todos”. O presidente lembrou que a mesma coisa aconteceu em Araraquara, e questionou: “lá o prefeito… suspeito. O cara fez tanta barbaridade por ocasião da covid e foi reeleito. Esquisito, né?”. 

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