quarta-feira, 13 de julho de 2022

Deputada Bia Kicis rebate e desmoraliza narrativa de petistas sobre Foz do Iguaçu, Bolsonaro e violência: 'Mundo paralelo'


Durante sessão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, a deputada federal Bia Kicis se revoltou e respondeu às narrativas que mostram o duplo padrão utilizado pela esquerda e pela velha imprensa para atacar o governo, e denunciou a perseguição a cidadãos que se expressam. 

A deputada afirmou: “é verdadeiramente estarrecedor quando a gente escuta certas palavras e insinuações que são totalmente divorciadas da realidade. Realmente, aqui, todo mundo lamenta profundamente o ocorrido, essa morte do Marcelo em Foz do Iguaçu. É muito lamentável que uma pessoa esteja em casa, comemorando seu aniversário e seja provocado, seja ass***, isso é terrível. Mas as insinuações que se fazem são de que isso seria capitaneado pelo presidente da república, sendo que o presidente foi o primeiro a se indignar contra, a dizer que não concorda com nenhum tipo de violência política, e todos os seus apoiadores assim o fizeram”. 

Bia Kicis comparou: “outro dia mesmo, o ex-presidente Lula estava publicamente agradecendo - agradecendo - a um ex-vereador por ter atacado uma pessoa que fazia críticas. Que falava. Que fazia críticas ao ex-presidente Lula, ao descondenado Lula. E essa pessoa empurrou o empresário para cima de um caminhão, ele bateu no pára-choque desse caminhão”. A deputada relatou que o empresário agredido por petistas teve problemas de saúde pelo resto da vida, e comentou que o agressor chegou a pedir desculpas, mas Lula elogiou. Ela disse: “o ex-vereador até disse, agora, que se arrependeu de sua ação. Mas o ex-presidente Lula não. Ele celebra. Ele comemora e agradece”.

A deputada rebateu insinuações caluniosas contra o presidente e lembrou: “ninguém explicou até hoje quem estava por trás da fac*** que o Adélio deu no então candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, que até hoje paga com sua saúde”. Ela apontou que uma parlamentar de esquerda disse que um “lobo solitário” incita à violência, e lembrou: “lobo solitário é como foi chamado o Adélio, que era filiado ao PSOL, ao partido dessa deputada, que vem falar que o presidente incita a violência”. 

Bia Kicis comparou as abordagens, mostrando que, em outro crime repugnante, o médico criminoso tinha postagens apoiando a esquerda, mas esse fato não é mencionado pela velha imprensa nem pelos parlamentares. Ela disse: “ninguém aqui está falando que esse médico, nas suas redes sociais, segue páginas ligadas à esquerda. Ninguém está levantando isso, apesar de ser um fato”. Ela acrescentou: “Agora, imagina se ele tivesse nas suas redes sociais alguma coisa de direita, de Bolsonaro, já iam querer politizar esse fato, também”. 

A deputada prosseguiu: “Então, é preciso parar com tanta hipocrisia. Quando a gente tem um candidato a presidente da república que saqueou o país, que foi condenado em três instâncias e depois, por filigranas processuais, tá aí, solto, e pré-candidato à presidência da República. Isso é um escárnio. Sinceramente, isso é um escárnio.  O povo brasileiro de bem não concorda com isso”. 

A deputada comparou: “Falaram de fake news. O lado de lá - o lado que é liderado pelo descondenado - pode mentir à vontade, botar fotografia falsa que nada acontece. Os tribunais não falam nada, a mídia não fala nada, e a gente é acusado de fazer fake news”. Bia Kicis lembrou o evento político, com participação de ministros do Supremo Tribunal Federal, anunciando um “novo governo”, e disse: “Mas é a gente que faz fake news, quando a gente se preocupa e quando a gente denuncia coisas estranhas. Aí o presidente da república é acusado de querer agredir a democracia, o sistema eleitoral…”

Bia Kicis disse: “vamos ter agora, depois de amanhã, no Senado, uma audiência pública, chamada por um senador que quer explicações, porque quer transparência eleitoral. Mas quando a gente ousa questionar a falta de transparência, a gente é tratado como se fosse bandido”. 

A deputada afirmou: “Nós não vamos aceitar isso, não. Nós vamos continuar lutando e exercendo a nossa obrigação, nossa missão e mister constitucional como parlamentar, de falar com a imunidade parlamentar que nos é assegurada, garantida pelo art. 53, apesar de que não tem sido respeitada. Mas não é por isso que a gente vai se calar  e aceitar censura sob justificativa de fake news, que não tem fake news nenhuma, o que tem é opinião que é dada. Fake news é o termo que se usa para significar “verdades inconvenientes”.

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