segunda-feira, 11 de julho de 2022

Generais fazem grave alerta sobre Lula, corrupção das instituições e ‘pseudodemocracia’: ‘Desastre e ruína moral da Nação’


O general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva compartilhou, por suas redes sociais, um artigo sobre as consequências da candidatura do ex-presidente Lula e da possibilidade de uma volta da extrema-esquerda representada pelo Partido dos Trabalhadores ao poder. O general Eliéser Girão Monteiro, deputado federal, e o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, compartilharam o artigo. No artigo, o general Rocha Paiva alerta: “Caso a Nação o eleja em 2022, o Brasil passará um atestado de indigência moral, ferindo de morte o seu futuro. É injustificável a adesão ou a leniência de segmentos da sociedade, inclusive de grande parte da mídia e de empresários, aos desígnios de um político inconfiável como Lula. São sintomas da preocupante enfermidade moral que contamina o tecido social. O seu retorno à arena política também comprovou que atores poderosos em nossas instituições atuam, julgam, legislam e decidem pautados por interesses políticos, partidários e ideológicos grupais e não pelo bem comum. Na realidade, as instituições não funcionam e, por isso, o Brasil é uma pseudodemocracia”.

No Brasil atual, os cidadãos não vivem em uma democracia. Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. 

A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. 

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Ouça o texto do General de Brigada Veterano Luiz Eduardo Rocha Paiva, intitulado “LULA PRESIDENTE - RUÍNA MORAL DA NAÇÃO E DAS INSTITUIÇÕES”

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, caracterizou a anulação de processos da operação Lava Jato como “questões formais”, ressaltando que não se pode esquecer que a corrupção efetiva aconteceu no esquema que envolveu agentes públicos, empresários e doleiros . E daí? A Nação tinha de se submeter a isso?

Com base nessas questões formais o STF libertou e descondenou, mas não inocentou Lula. Nenhum artifício jurídico é capaz de apagar as provas que resultaram em sua condenação nos processos a que respondeu. Passividade e omissão da sociedade e de suas lideranças saudáveis facilitaram a volta à arena política de alguém envolvido em corrupção, como se nada ainda tivesse a responder. 

A decisão do STF condenou a Nação ao risco da volta à presidência da República de uma pessoa antes condenada por unanimidade em três instâncias da justiça. Com Lula poderão voltar a entourage partidária e aliados condenados por corrupção, grupo sinistro que afundou o País no maior lodaçal moral e administrativo de sua história. A esse deplorável desserviço à Nação, pode-se acrescentar que Lula lidera um partido socialista radical e liberticida, idolatra ditadores e ditaduras, não inspira confiança em suas palavras e atitudes, quer controlar a imprensa, portanto, limitar a liberdade de expressão.

Preconiza um Estado gestor e centralizador, conforme o programa de governo petista, cujo final será o fim da liberdade e do progresso, a exemplo da obra de seus líderes aliados em Cuba, países da América Central e na Venezuela, e do visualizado em países vizinhos onde a esquerda chegou ao governo.

Caso a Nação o eleja em 2022, o Brasil passará um atestado de indigência moral, ferindo de morte o seu futuro. É injustificável a adesão ou a leniência de segmentos da sociedade, inclusive de grande parte da mídia e de empresários, aos desígnios de um político inconfiável como Lula. São sintomas da preocupante enfermidade moral que contamina o tecido social. O seu retorno à arena política também comprovou que atores poderosos em nossas instituições atuam, julgam, legislam e decidem pautados por interesses políticos, partidários e ideológicos grupais e não pelo bem comum. Na realidade, as instituições não funcionam e, por isso, o Brasil é uma pseudodemocracia.

Na seara política, foi retomada a aliança entre as lideranças patrimonialista fisiológica, marxista-leninista e fabianista, todas com presença marcante nas três funções estatais, principalmente na legislativa e na judiciária. Essa nefasta coligação teme os novos rumos que o País tenta trilhar, pois são caminhos contrários aos de seus interesses, daí desvirtuarem e deslegitimarem instrumentos legais para voltarem ao poder.

O mentor intelectual do PT, José Dirceu, disse: “Aí nós vamos tomar o Poder, que é diferente de ganhar eleição”. O Poder do Estado é uno e indivisível, sendo o Executivo, o Legislativo e o Judiciário apenas funções estatais, que deveriam ser independentes, harmônicas e equilibradas. O que se conclui da ideia de José Dirceu, ainda condenado pela justiça, é que o PT pretende empalmar as três funções estatais e submeter o Estado ao partido, pois só assim terá tomado, de fato, o poder. Ora, o Estado é um delegado da Nação, portanto, não pode ser dominado por um partido, como almeja o PT. No socialismo, antessala do comunismo, o partido substitui o Estado e escraviza a Nação, pois se julga o único ente capaz de decidir o que é melhor para a sociedade.

Em sua autocrítica, após a queda de Dilma, o PT e militantes comuno-socialistas declararam que o erro cometido foi não ter assumido o controle das Forças Armadas (FA), em particular de seus sistemas de ensino, promoções e designação de cargos. Assim, para implantar seu projeto de poder, as Instituições mais atacadas serão as FA.

Lula representa o que são antivalores para as FA e, após condenado por unanimidade em três instâncias da justiça e descondenado com base em questões formais de discutível legitimidade, criou-se uma situação de extremo embaraço para as FA. Como promover o culto a valores morais, cívicos e éticos, ao mesmo tempo em que se submeteriam e prestariam honras militares a um comandante supremo com o histórico de Lula? Quais os reflexos na coesão, disciplina, autorrespeito e autoestima nas FA?

Por tudo isso, a eventual eleição de Lula será o desastre e a ruína moral da Nação e de suas instituições.


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