terça-feira, 19 de julho de 2022

General, Almirante e Brigadeiro de Clubes Militares alertam para risco de 'destino catastrófico' ao Brasil devido a 'acomodação'


Em nota conjunta, os Clubes Militares alertaram sobre o risco de haver uma alta abstenção na eleições deste ano. Os militares apontam que momentos conturbados costumam levar a altos índices de abstenção e alertam: “Em ambiente de forte polarização, a decepção com a política, por razões diversas, conduz naturalmente à acomodação, caminho aberto para altos índices de abstenção, tal como ocorreu em países amigos da Europa e América Latina, acarretando a vitória de candidatos cuja legitimidade, questionável futuramente, pode colocar em risco a governabilidade, prejudicar conquistas econômicas e sociais importantes e conduzir a nação a um destino catastrófico”

Ouça o texto da Comissão Interclubes Militares: 

COMISSÃO INTERCLUBES MILITARES

Rio de Janeiro, 18 de Julho de 2022

Abstenção eleitoral não é uma opção!

Neste ano de 2022 - Bicentenário da Independência do Brasil vivemos um momento eleitoral conturbado, por questões internas e pelas consequências econômicas do pós-Covid e dos desdobramentos do conflito Rússia vs Ucrânia

Períodos eleitorais são sempre decisivos na vida de uma nação. No seu contexto, a pluralidade de ideias normalmente permite a multiplicidade de opções. Mas, por vezes, as escolhas mais viáveis apontam caminhos diametralmente opostos. Nessas ocasiões, mais do que decisivas, as eleições são cruciais para o futuro do povo incumbido de escolher.

Em ambiente de forte polarização, a decepção com a política, por razões diversas, conduz naturalmente à acomodação, caminho aberto para altos índices de abstenção, tal como ocorreu em países amigos da Europa e América Latina, acarretando a vitória de candidatos cuja legitimidade, questionável futuramente, pode colocar em risco a governabilidade, prejudicar conquistas econômicas e sociais importantes e conduzir a nação a um destino catastrófico.

O Estado Democrático de Direito comporta todas as acepções de cidadania, inclusive o direito básico ao voto. O sufrágio universal é uma garantia fundamental e constitucional. Assim, a abstenção de um direito tão caro à sociedade configura grave acinte ao próprio estamento democrático, por desprezar o exercício pleno da cidadania.

Destarte, torna-se imprescindível que o eleitor tenha plena consciência da importância do seu voto para o destino do país e se manifeste nas urnas de modo  assertivo, sob pena de, ao abrir mão deste dever cívico, deixar prevalecer a indesejável vontade de uma minoria.

Portanto, eleitor, contribua para o salutar aprimoramento da nossa democracia. O futuro do Brasil é agora. Participe, compareça às urnas e registre o seu voto, válido e consciente.

Abstenção não é uma opção! 

A ditadura da toga segue firme. O Brasil tem hoje presos políticos e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de um ano, todos os rendimentos do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo e as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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