domingo, 24 de julho de 2022

Milhares de cidadãos fazem juramento de dar a vida pela liberdade; Bolsonaro manda recado: ‘Não ousem tocar na liberdade do meu povo’


Por ocasião de pronunciamento em evento de lançamento de candidatura à reeleição, o presidente Jair Bolsonaro conduziu um impactante juramento, acompanhado por milhares de pessoas.

O chefe de Estado declarou: “Nós não queimamos a nossa bandeira. Nós não pisoteamos a nossa bandeira. Essa bandeira nos une. Ela nos mostra que temos um governo, um povo, uma Nação ao nosso lado. É o símbolo maior da nossa pátria. Nós, militares, juramos dar a vida pela Pátria. Todos aqui juraram dar a vida por sua liberdade. Repitam: eu juro dar a vida pela minha liberdade”.

Após a multidão repetir suas palavras, o mandatário asseverou: “Esse, General Braga Netto, é o nosso Exército. É o Exército do Povo. É o Exército que está do nosso lado, que não admite corrupção, que quer transparência, que quer respeito. ‘Quer’, não. Merece e vai ter. É o exército que nos orgulha, um exército de 210 milhões de pessoas. Não tem preço”.

Dessa maneira, ele relatou: “Nas minhas viagens pelo Nordeste, quando falo com o comandante do helicóptero, procure um pequeno vilarejo, uma pequena cidade, e pouse lá. Chamo de parada inopinada. Não tem preço o carinho com que nos recebem. Isso é em qualquer lugar do Brasil. De onde vem isso tudo? Da confiança, da palavra, da verdade”.

Ademais, Bolsonaro aproveitou o ensejo para repudiar ideologias totalitárias e estranhas à cultura brasileira: “Esse é o país da alegria, da fraternidade, da amizade. É um país de paz. Não precisamos de outra ideologia, que não deu certo em lugar nenhum do mundo. Precisamos continuar com o que nós temos, aperfeiçoando alguma coisa para o bem de todos. Não ousem tocar na liberdade do meu povo. Uma coisa que me conforta: não ver sentado naquela cadeira um comunista. Para mim, seria muito mais fácil estar do outro lado, mas eu não dormiria em paz. Estaria traindo 58 milhões de pessoas, no mínimo. Pessoas que acreditaram, que viram um capitão do Exército, um deputado federal, do nada, lançando-se candidato à Presidência da República”.

A liberdade, no Brasil, há um bom tempo já não é mais reconhecida como um direito fundamental, nem tampouco a propriedade privada, em consequência do ativismo judicial de alguns membros do Judiciário. A renda da Folha Política e de outros sites e canais conservadores está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o apoio e respaldo dos ministros do STF Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator. Há mais de um ano, toda a renda do nosso trabalho vem sendo retida, sem qualquer previsão legal.

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