sexta-feira, 1 de julho de 2022

Multidão grita que lugar de Lula é na prisão, Bolsonaro se pronuncia e plateia conclama: 'A nossa bandeira jamais será vermelha'


Em discurso durante cerimônia pela visita às obras do Rodoanel, em Feira de Santana, na Bahia, o presidente Jair Bolsonaro perguntou ao povo se estavam gostando da queda no preço dos combustíveis, e ironizou: “há pouco me culpavam pelo aumento; quando baixa, se calam”. 

O presidente explicou que, embora muitos governadores já estejam aplicando o teto do ICMS sobre combustíveis e outros itens essenciais, 12 governadores, entre os quais todos os do nordeste, entraram na justiça contra a redução de impostos. O presidente afirmou: “querem extorquir o contribuinte brasileiro”. O presidente também lembrou que todos os senadores do PT votaram contra a redução de impostos.

Bolsonaro lembrou ainda que, quando os governadores fechavam tudo para destruir a economia, o governo federal ofereceu ajuda à população, além de realizar as obras que antes eram só promessas. Ele lembrou que, com o dinheiro do endividamento da Petrobras, seria possível fazer 60 vezes a transposição do rio São Francisco, e disse: “não falta dinheiro. O que faltava era gente honesta para administrar o nosso Brasil”.

Durante a cerimônia, a plateia aclamou o presidente aos gritos de “mito”, e gritou “a nossa bandeira jamais será vermelha” e “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”, além de críticas ao governador do estado, Rui Costa. 

A renda deste vídeo e de todos os outros da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. O ministro Salomão decidiu, de forma monocrática e em um inquérito administrativo, confiscar toda a renda da empresa, a pretexto de impedir a divulgação de discursos que não lhe agradam. Sem a renda, a empresa em breve não poderá mais manter sua estrutura em funcionamento, cumprir seus compromissos financeiros e pagar seus colaboradores. Há um ano, todos os nossos rendimentos são retidos sem qualquer justificativa jurídica.  

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