quarta-feira, 27 de julho de 2022

Paulo Guedes retruca manipulações sobre declaração em reunião ministerial: ‘Vazaram com o sentido revertido o que eu tinha dito’


Em pronunciamento no Senado Federal, Paulo Guedes, ministro da Economia do Governo Bolsonaro, retrucou manipulações realizadas por políticos e por setores da velha imprensa no que concerne a suas declarações em reunião ministerial com o presidente Jair Bolsonaro.

O economista frisou o redirecionamento efetivado pelo Governo Bolsonaro na concessão de crédito: “É a primeira vez, no Brasil, que tem uma recuperação econômica em que 48% do crédito foram para pequenas e médias empresas. Então, isso também é uma conquista, uma democratização do acesso ao crédito”.

Dessa maneira, ele rebateu: “E eu me lembro de que vazaram exatamente, com o sentido revertido, o que eu tinha dito. Em uma reunião ministerial que acabou vazando e que era ligada exatamente ao desentendimento do Sergio Moro com o Governo, etc, vazou eu dizendo o seguinte: ‘Com os pequenos, nós vamos perder dinheiro’. E era isso mesmo. Eu estava falando exatamente isso. Não faz mal você perder dinheiro durante uma pandemia – milhares de empresas fechando, bares, restaurantes, gente simples sofrendo – com os pequenos. E inverteram o sentido, como se eu estivesse dizendo: não pode dar dinheiro para o pequeno. Eu estava dizendo exatamente o contrário: que, com os pequenos, nós podemos perder os recursos, mas não com os campeões, não com os gigantes”.

Nesta toada, o ministro enfatizou a seriedade e a confiabilidade dos empreendedores de pequeno porte brasileiros: “E, curiosamente, os pequenos brasileiros pagaram tudo. A inadimplência foi baixíssima. Eles pagaram tudo. Nós diferimos os pagamentos, demos descontos: para quem ficou fechado 50% do tempo, nós reduzimos os impostos em 50%; para quem ficou fechado 30%, reduzimos os impostos em 30%. Quer dizer, fomos de acordo com o faturamento: queda de faturamento 50%, perdão da dívida em 50%. Mas, curiosamente, todo mundo pagou tudo, a inadimplência foi baixíssima. Já para os maiores, para os campeões, nós demos um tratamento duro, debêntures conversíveis em ações, tanto que eles preferiram não pegar o dinheiro conosco”.

Guedes criticou, ademais, a conduta de determinados governadores: “Os Governadores, quando se recusaram a cumprir o acordo que tinham feito conosco, na verdade, se transformaram em sócios da crise – foram sócios da crise. Quanto pior a crise, mais dinheiro, mais arrecadação e mais aumento de salário em ano eleitoral. Isso não foi um comportamento exemplar”.

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