sábado, 30 de julho de 2022

Presidente do PTB/SP alerta para ‘aliados ao crime’ que querem derrotar Bolsonaro e voltar ao poder


Em pronunciamento no decorrer de convenção realizada em São Paulo com o fito de oficializar a candidatura do ministro Tarcísio Gomes de Freitas ao governo do estado, Otávio Fakhoury, presidente do PTB - Partido Trabalhista Brasileiro - em São Paulo, enfatizou os valores defendidos por seu partido e pelo presidente. 

Fakhoury disse: “Uma das coisas que sempre é lembrada pelo presidente Bolsonaro é como nosso país é abençoado por Deus. Entendo que o Brasil, ao longo de muitos anos, tem sido mantido artificialmente na pobreza. Sempre houve disputa pelo comando do Brasil por elites que o mantêm na pobreza. Governos passados preferiram saquear o Brasil ao invés de facilitar que o povo tivesse acesso aos recursos naturais e ao desenvolvimento”

O político apontou: “Em 2013, o povo acordou, começou a pedir para ser ouvido, para ser representado. As ruas foram tomadas pelo povo. A vontade da maioria, que reivindicava representatividade, reivindicava sua voz. Essa maioria optou, em 2018, pela eleição do então deputado Jair Bolsonaro. Um homem simples, mas trabalhador, direto, transparente. Não tinha recursos de campanha, não tinha tempo de TV, mas tinha, em seu coração, todos os valores da maioria do povo brasileiro”

Fakhoury prosseguiu: “Com vontade de transformar o Brasil, trazer dignidade, trouxe orgulho, de novo, para a bandeira brasileira. Coisa que a gente não tinha. As pessoas olham para a bandeira brasileira e a associam ao Governo Bolsonaro, pois ele trouxe de volta o orgulho de ser brasileiro. Os antigos detentores do poder não estão felizes. A despeito da vontade popular, querem de volta o Brasil. Querem seus privilégios de volta. O projeto democrático de Bolsonaro para o Brasil está ameaçado por essas pessoas. Pessoas que estavam presas e hoje estão soltas e atrás de tomar o poder de volta. Essas pessoas são aliadas ao crime e desejam o pior para o país”.

O presidente do PTB paulista disse: “Temos Deus, Pátria, Família, Liberdade como valores em nosso estatuto. Precisamos manter o país nas mãos do povo, não das antigas elites (...). O presidente Jair Bolsonaro arriscou a própria vida por esse ideal. Estamos a postos capitão. Aproveito para ratificar, a despeito das inverdades publicadas, que o senhor é o nosso candidato. É o nosso presidente e voltará a ser. Ninguém vai conseguir cavar uma discórdia entre nós. Estamos juntos e não podemos arrefecer. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!”.

O presidente de honra do PTB, Roberto Jefferson, é um dos presos políticos nos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal. Jefferson também foi afastado da presidência nacional do partido e censurado pelo ministro. No contexto atual do Brasil, muitas pessoas estão sendo tratadas como sub-cidadãos, pelo simples motivo de terem manifestado apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Por expressarem suas opiniões, são alvo de CPIs, de inquéritos secretos sem oportunidade de defesa, ou são vítimas de medidas arbitrárias como prisões políticas, apreensão de bens, e exposição indevida de dados, entre outras, tudo sem o devido processo legal.

Sem justificativa jurídica, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, decidiu confiscar a renda de sites e canais conservadores, para destruir empresas privadas das quais discorda. A decisão, que incluiu a Folha Política, confisca todos os rendimentos da empresa, e teve o apoio e aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Há mais de um ano, todos os nossos rendimentos são retidos sem qualquer base legal. “Marcar” pessoas e fechar empresas por motivações políticas são atitudes que já foram observadas na História, mas nunca em democracias. Pelo contrário, os regimes onde essas ações foram observadas são considerados os mais sombrios observados na História.  

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