sábado, 2 de julho de 2022

Senador Marcos Rogério ‘detona’ governadores que não querem reduzir ICMS: ‘o Brasil está vendo tudo’


Em vídeo divulgado pelas redes sociais, o senador Marcos Rogério comemorou a queda no preço dos combustíveis. O senador lembrou que o governo federal liberou imensos volumes de recursos públicos para os estados, em especial durante a pandemia, e que os governadores puderam usar esses recursos como quiseram. 

O senador apontou: “O governo federal passou três anos liberando altas somas de recursos para os estados, principalmente durante a pandemia. Dinheiro que serviu não apenas para tratar dos pacientes da covid19, mas também para custeio da máquina pública e para pagamento de servidores. Nesse processo todo, os estados engordaram seus caixas e os governadores programaram grandes investimentos, de olho nas eleições deste ano”. 

O senador Marcos Rogério apontou que os governadores planejaram repasses a municípios com fins eleitorais, e disse: “é bom que os municípios recebam recursos. A motivação do governante é que não foi a mais nobre, e à custa do sacrifício da população. O preço dos combustíveis e da energia elétrica, por exemplo, impacta diretamente no custo de vida da população: na cesta básica e em todos os bens de consumo. Quanto ao preço dos combustíveis, o governo federal já havia reduzido a tributação e esperava o mesmo gesto por parte dos governadores. Nada disso aconteceu. A alíquota do ICMS nos estados permaneceu nas alturas”. 

O senador explicou que, após o Congresso aprovar um teto para o ICMS, muitos governadores já aplicaram a nova alíquota, levando à redução do preço da gasolina, mas outros apelaram ao Supremo Tribunal Federal para não diminuir os impostos. Ele disse: “entre eles os 9 governadores do Nordeste, todos de partidos de esquerda, governadores que apoiam o candidato de esquerda, que diz defender os pobres. O Brasil está vendo tudo”.

No Brasil, a pretexto de combater a pandemia, até mesmo a liberdade religiosa foi restringida, juntamente com as liberdades de expressão, de imprensa, de ir e vir, e de trabalhar, entre outras. Para um grupo de cidadãos, direitos e garantias fundamentais estão suspensos: há prisões políticas, censura, apreensão e confisco de bens, sem o devido processo legal. 

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