terça-feira, 16 de agosto de 2022

Ao lançar campanha, Bolsonaro diz que a ‘batalha pela frente’ é ‘a questão da nossa liberdade’


O presidente Jair Bolsonaro discursou durante uma reunião de oração que marcou o início de sua campanha eleitoral, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, onde sofreu o ataque que quase lhe tirou a vida em 2018. Bolsonaro lembrou que recebeu um país falido sob vários aspectos, mas conseguiu formar um ministério inicial sem se dobrar às pressões políticas e deu respostas à população no aspecto econômico. 

O presidente falou que, enquanto os socialistas apresentam um discurso bonito de justiça social, basta olhar para os países governados por eles e ver os efeitos de suas políticas econômicas. Bolsonaro disse que o que eles podem entregar é “igualdade na miséria”. 

O presidente lembrou que, nos últimos anos, os brasileiros puderam conhecer como é viver em uma ditadura, com as medidas tomadas por governadores e prefeitos, que, a pretexto de combater a pandemia, fecharam igrejas, fecharam comércios, proibiram as pessoas de trabalhar, entre inúmeras outras restrições, muitas das quais continuam perdurando. Bolsonaro disse: “temos uma batalha pela frente: a questão da nossa liberdade”. 

A permanência de medidas restritivas arbitrárias impostas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia é um dos sinais de que, no Brasil, os cidadãos não vivem em uma democracia. 

Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. 

A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. Há mais de 13 meses, toda a nossa renda é retida, sem qualquer base legal. 

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