quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Bolsonaro denuncia cumplicidade do PT com infiltração de forças especiais de Cuba no Brasil e aponta aparelhamento nas instituições


No decorrer de entrevista a uma rádio do Rio Grande do Sul, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre as dificuldades em lidar com ministérios que foram completamente aparelhados, e que ainda têm servidores que atuam contra as diretrizes do governo. O presidente mencionou como exemplo o caso do Ministério da Educação. Ele disse: “O aparelhamento dos ministérios é enorme. O MEC é um deles. As provas do ENEM, com perguntas que vêm de bancadas sugeridas por nós, serão do ENEM no corrente ano, assim como os livros escolares. Até o ano passado, eram de governos anteriores. Eu não poderia chegar no depósito e tocar fogo nos livros. Era obrigado a distribuir. São milhões de reais gastos. Com todo o respeito, uma grande parte do material é nojento, é nojento o negócio. Ensinam inverdades sobre fatos históricos. São escritos por militantes. Pregando o ódio de classe entre as pessoas”

O presidente exemplificou: “Tem livro dizendo que a saúde cubana é uma maravilha. Uma grande verdade é que o Hugo Chávez foi se tratar em Cuba e morreu, mas poderia ter sido salvo em outro hospital. Eu não mandei nenhum cubano embora. Eu me elegi e fugiram do Brasil. Eu tinha informações de que muitos eram dos ‘vespas negras’, o serviço especial cubano. Criando focos no Brasil. O cubano era vigiado, se descumprisse algo, voltava ou a família sofria sanções em Cuba. Do salário, 80% era retido”

Bolsonaro lembrou: “O ministro da Saúde da época do governo do PT disse que o médico cubano que pedisse asilo seria deportado. Pega os garotos de 15 anos de idade, 70% não sabe uma taboada. Pega o PISA, programa internacional de aprendizagem escolar, estamos em último lugar em ciências, conhecimentos gerais e matemática”. O presidente lamentou: “Isso, você não muda de uma hora para outra”.

O jornalista Alexandre Garcia, por seu turno, testemunhou: “Eu era muito amigo de um cubano que estava refugiado com a mulher dele e morava na Asa Norte. Ele me mandava vídeos de arquiteto lavando roupa, engenheiro varrendo rua, essas coisas. Um dia, ele me mandou um bilhete dizendo que ‘o ministro da Justiça [do PT], Tarso Genro, descobriu que somos amigos e está me tirando da Asa Norte e me botando em uma casa que nem sei onde fica lá para os lados de Goiânia’. Então, eles fiscalizavam com a cumplicidade do Governo Brasileiro”.

A permanência de medidas restritivas arbitrárias impostas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia é um dos sinais de que, no Brasil, os cidadãos não vivem em uma democracia. 

Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. 

A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. 

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