terça-feira, 9 de agosto de 2022

Bolsonaro desabafa sobre ações do STF, fala sobre indicação de novos ministros e prevê redução da SELIC


O presidente Jair Bolsonaro discursou durante encontro promovido pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Administração de Imóveis (SECOVI), em São Paulo, quando falou sobre as melhoras na economia e as perspectivas que se apresentam se a esquerda retomar o poder. 

O presidente lembrou que, ao propor o auxílio-Brasil de 400 reais, teve muitas dificuldades para aprovar na Câmara o parcelamento dos precatórios, porque toda a esquerda votou contra, enquanto discursava dizendo-se preocupada com os mais pobres. 

O presidente também mencionou a aprovação do teto do ICMS, dizendo: “não foi uma interferência nossa nos estados. Era um abuso! A carga tributária é enorme no Brasil”. Bolsonaro comparou com outros países, apontando que o primeiro ato do novo presidente da Colômbia foi aumentar impostos, e afirmou que é o que se pode esperar de governos alinhados ao Foro de São Paulo. 

O presidente falou de outras dificuldades com a economia, causados por posturas ideológicas, mencionando a proposta de mudar o Marco Temporal para demarcação de terras indígenas, atualmente no Supremo Tribunal Federal. O presidente lembrou que o eleito neste ano terá a possibilidade de indicar dois ministros para o Supremo já no início do ano que vem. 

Bolsonaro pediu aos participantes que observem os números da economia e façam comparações, e disse: “estamos indo bem. E eu peço a Deus que continue abençoando o nosso país”. Ademais, o chefe de Estado relatou que mantém conversas com Roberto Campos, presidente do Banco Central, e declarou: “Acredito que, na próxima rodada, vamos ter redução da taxa de juros. Afinal, os indicadores estão aí”.

No contexto atual do Brasil, muitas pessoas estão sendo tratadas como sub-cidadãos, pelo simples motivo de terem manifestado apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Por expressarem suas opiniões, são alvo de CPIs, de inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, ou são vítimas de medidas arbitrárias como prisões políticas, apreensão de bens, e exposição indevida de dados, entre outras. 

A totalidade da renda da Folha Política, assim como de outros canais e sites conservadores, está sendo confiscada a mando do ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, com o apoio e aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Há mais de 13 meses, todos os rendimentos do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode nos ajudar a continuar nosso trabalho, doe qualquer valor através do Pix, usando o QR Code que está visível na tela, ou com o código ajude@folhapolitica.org. Se preferir transferência ou depósito, a conta da empresa Raposo Fernandes está disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo. 

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