sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Bolsonaro desmonta notícia falsa sobre almoço com Guilherme de Pádua e dá lição de moral


O presidente Jair Bolsonaro respondeu a uma série de notícias falsas divulgadas pela velha imprensa, associando seu nome e o da primeira-dama a um criminoso condenado, que, após cumprir sua pena, atua como pastor em Belo Horizonte. A suposta notícia, divulgada por grandes veículos da velha imprensa, partia de uma fotografia da esposa de Guilherme de Pádua ao lado de Michelle Bolsonaro e inventava uma série de ilações, afirmando que os dois casais teriam almoçado juntos. Vale lembrar que a esposa de Pádua, até onde se sabe, não está envolvida em crime algum. 

Após veículos dos grupos UOL, Yahoo!, Terra e Estadão, entre outros, divulgarem o suposto almoço, militantes de extrema-esquerda passaram a agredir a autora de novelas Glória Perez, mãe da atriz Daniella Perez, que foi morta por Guilherme de Pádua e sua ex-mulher. A atual esposa de Pádua divulgou um vídeo em que explica que entrou em uma fila para tirar fotografias com a primeira-dama e esse foi todo o contato que elas tiveram, e que nem ela nem seu marido se encontraram com o presidente. Jornalistas como Monica Bergamo, Guilherme Amado e Ricardo Noblat ainda mantêm a informação em seus perfis no Twitter, até o momento da publicação desta matéria.

O presidente Jair Bolsonaro se manifestou sobre a polêmica criada pela velha imprensa, dizendo: 

-Em respeito à Glória Perez, não alimentarei essa exploração leviana em cima de sua perda irreparável. As ilações com base em informações falsas divulgadas por parte da mídia só expõem sua falta de escrúpulos e o desprezo pela dor das pessoas, tratando-as como meras ferramentas.

- Sequer participei do almoço em Belo Horizonte. A mesma imprensa já havia divulgado que eu estava em uma churrascaria de SP na mesma data e hora. Quem propagou a mentira, já sabia da verdade, mas não se preocupou com a dor que poderia causar até à família de Daniella Perez.

- Aos que embarcaram nesse verdadeiro vale-tudo, podem bater em mim à vontade, só peço que tenham respeito pelo menos por aquelas pessoas que não podem se defender e que deveriam ser preservadas. O sofrimento dos familiares e amigos diante de uma perda não basta para vocês?

- A própria pessoa envolvida nesse crime cruel e covarde nega ter estado presente no evento. Sua esposa, que não tem envolvimento com o crime, já se manifestou explicando que não conhece Michelle e que, assim como dezenas de mulheres, fez fila para tirar foto com a Primeira-Dama.

- Minha história de luta por leis mais duras para assassinos covardes, estup** e demais crimes viole** fala por mim e mostra de que lado sempre estive. Enquanto viver, serão as vítimas, não seus algozes, que contarão com a minha eterna solidariedade.

O vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, desabafou: “Enquanto isso nem um pio dos ditos defensores da democracia em relação às dezenas de fakenews orquestradas e desesperadas pela imprensa. Alguns seres suprademocraticos e outros porcarias que conjuntamente agem de imediato em ocasiões que interessam, se calam como abutres que são!”. 

Bárbara, do canal Te Atualizei, comentou: “Oh gente... Imagina a cara desses ‘jornalistas’ que espalharam essa fake news sobre Bolsonaro e o Guilherme de Pádua na hora que o processinho chegar. Aguardemos. Alô @alexandre, de Alexandria, que tem tanto pavor de fake news que abriu um inquérito só pra acusar as pessoas: Os jornalistas que inventaram e divulgaram essa FAKE NEWS sobre o presidente e o Guilherme de Pádua terão um espaço no seu inquérito ou é só para quem apoia o presidente?”.

O especialista em segurança pública Fabricio Rebelo disse: “O que a grande mídia fez hoje, ao mentir deslavadamente sobre um suposto encontro entre o Presidente e a Primeira-Dama com um assassino, é a pá de cal no que restava de credibilidade desse verdadeiro partido de oposição no Brasil. Mentem deliberadamente para favorecer Loola”.

O assessor do presidente, Filipe Martins, disse: 

“O que a esquerda fez hoje, com a colaboração de grande parte da imprensa, ao difundir de forma maliciosa a mentira de que o Presidente Jair Bolsonaro e a Primeira-Dama teriam almoçado com um ass** condenado revela a índole criminosa e o caráter inescrupuloso dessas pessoas.

Ao fabricar uma mentira para fins eleitoreiros, não se importaram com a dor que poderiam causar à Glória Pérez e aos demais familiares da Daniella, revelando que pra eles o sofrimento humano só importa quando pode lhes render votos ou causar prejuízos para seus adversários.

Quando criticamos o mau jornalismo, o fazemos justamente por valorizar o papel constitucional da imprensa e por lamentar que esse papel seja deturpado por delinquentes como esses, que vivem falando de "fake news" mas são os primeiros a difundir esse tipo de mentira”.

O youtuber Ed Raposo ironizou: “Se todo mundo que está publicando fake news sobre a primeira-dama e o tal almoço entrasse no inquérito, o STF teria que contratar uns 7.000 estagiários pra dar conta de tudo”. 

A jornalista Fernanda Salles apontou a omissão das “agências de checagem”, dizendo: “A blogueira Monica Bergamo publicou uma fake news afirmando que Michelle Bolsonaro havia almoçado com a esposa do ex-ator Guilherme de Pádua. A moça desmentiu a notícia em suas redes sociais. Mesmo assim, nenhuma agência de checagem marcou o conteúdo da blogueira como enganoso”.

A omissão também foi apontada pelo perfil “Família Direita Brasil”, que disse: “Mônica Bergamo, colunista de Lula, publicou uma fake news afirmando que Michelle havia almoçado com a esposa do ex-ator Guilherme de Pádua. A moça desmentiu a notícia em suas redes sociais.  VOCÊ VIU ALGUMA AGÊNCIA DE CHECAGEM MARCANDO O CONTEÚDO DA COLUNISTA COMO ENGANOSO?”

O perfil “Demagogia do Oprimido” questionou: “Divulgar informação falsa a 50 dias da eleição com intenção de prejudicar candidato é crime eleitoral? Os portais de notícia, jornalistas, políticos e influencers serão punidos? Ou é fakenews do bem?”.

Notícias comprovadamente falsas ou literalmente inventadas, veiculadas pela velha imprensa, não geram qualquer consequência para os veículos e grupos que as criam, que permanecem livres para inventarem o que quiserem, bastando atribuir suas invenções a “fontes anônimas”. 

Em um exemplo desse tipo de atuação da velha imprensa, pouco antes das eleições de 2018, a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de São Paulo, publicou uma matéria sobre supostos “disparos de zap” que influenciariam a eleição, supostamente contratados por empresários em contratos que envolveriam valores astronômicos. A “matéria” inventada gerou quatro investigações no Tribunal Superior Eleitoral, nas quais, mesmo após três anos investigando, não se produziu um único print capaz de provar as alegações da moça. Enquanto as pessoas que ela acusou levianamente foram perseguidas e investigadas, e sofreram graves sanções a título de “medidas cautelares”, com base unicamente em sua palavra, não houve qualquer sanção à tentativa da moça de influenciar as eleições com a divulgação de fatos que ela sabia inverídicos. 

Enquanto o “consórcio” da velha imprensa tem passe livre para divulgar invenções, a imprensa conservadora independente é duramente perseguida sob a alegação de “fake news”, mesmo que não se apresentem exemplos de qualquer notícia falsa produzida por esses veículos. Com base em “matérias” produzidas pela velha imprensa, jornalistas e veículos são perseguidos e censurados. A perseguição  não se limita à censura e inclui muitas outras medidas, inclusive prisões políticas, devassas, buscas e apreensões, ass*** de reputações, entre outras.  Em inquéritos secretos, a “palavra” de jornalistas da velha imprensa substitui tanto a atuação do Ministério Público quando os próprios fatos. 

Grupos monopolísticos e cartéis que se associam com o intuito de barrar informações contrárias ou inconvenientes atuam em conluio com a finalidade de aniquilar qualquer mídia independente, eliminando o contraditório e a possibilidade de um debate público amplo, honesto, abrangendo todos os feixes e singularidades dos mais diversos espectros políticos. Controlando as informações, o cartel midiático brasileiro tenta excluir do debate e, em última instância, da vida pública, os conservadores e os veículos que dão voz a essas pessoas. 

A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 13 meses, toda a nossa receita é retida, sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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