terça-feira, 9 de agosto de 2022

Bolsonaro é aplaudido de pé por produtores rurais ao comemorar derrota do MST, deflação, fertilizantes da Rússia e detonar Lula


O presidente Jair Bolsonaro discursou durante a abertura do Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), em São Paulo, quando enfatizou a importância da iniciativa privada e valorizou os produtores. O presidente iniciou falando da “satisfação [de] estar entre aqueles que trabalham, produzem, geram empregos e divisas e nos garantem a segurança alimentar. Obrigado a vocês, produtores”. 

Bolsonaro falou da importância do Brasil como produtor e garantidor da segurança alimentar no mundo todo, e enfatizou que o maior papel do governo é não atrapalhar quem quer produzir. O presidente afirmou que o trabalho do chefe do Executivo fica simples quando pode contar com a parceria de produtores motivados. 

O presidente lembrou diversas iniciativas do governo que ajudaram o agronegócio, destacando as iniciativas que enfraqueceram o MST e armaram o homem do campo. O presidente também mencionou a viagem à Rússia, quando garantiu o suprimento de fertilizantes e negociou a importação de óleo diesel. 

O presidente comparou seu governo com os governos petistas, e apontou que o ex-presidente Lula, em sua campanha antecipada, defende, além da regulação da mídia, também uma regulação da produção agrícola. Ele comparou com seu governo, afirmando que defende o livre mercado, e foi intensamente aplaudido ao dizer: “nós não queremos cobrar mais nada de vocês. Nosso governo só quer agradecer o trabalho de vocês”. 

O presidente homenageou a primeira-dama Michelle Bolsonaro e pediu à audiência uma salva de palmas para ela. A plateia aplaudiu de pé a primeira-dama. 

Bolsonaro lembrou que o Brasil é um país extremamente rico em recursos naturais, e questionou: “qual país tem o que nós temos? Ninguém tem o que nós temos. E por que nós sempre patinamos? Escolhas erradas”. O presidente pediu aos presentes que comparem a situação do país com a de países vizinhos e busquem aprender, alertando: “certas coisas, de acordo com as escolhas, podem ser uma condenação. Algo que pode durar décadas”. O presidente lembrou que a economia é reflexo direto da ideologia. 

O presidente foi intensamente aplaudido ao comparar seu governo com os anteriores, lembrando a corrupção que devastou a Petrobras e outras estatais. Bolsonaro disse: “A corrupção zero, ou próxima de zero, não é virtude. É obrigação”. 

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