quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Bolsonaro é intensamente aplaudido ao alertar para arbitrariedades e ditadura em discurso na Câmara: ‘Nós continuamos dentro das 4 linhas’


Durante seu discurso no culto da Frente Parlamentar Evangélica, na Câmara dos Deputados, o presidente Jair Bolsonaro ironizou a “carta da democracia”, que também ficou conhecida como “carta dos banqueiros”, lembrando que os subscritores daquela carta dizem defender a democracia, mas não se manifestam quando os direitos dos brasileiros são tolhidos e cerceados. 

O presidente lembrou: “Vimos durante a pandemia, as arbitrariedades cometidas por alguns chefes de executivo pelo Brasil. Retiraram o direito de ir e vir, fecharam igrejas, prenderam mulheres, fizeram barbaridades. Ninguém falou a palavra “democracia”. Tudo podia ser feito”.

O presidente afirmou que sempre falou contra as arbitrariedades. Ele disse: “Eu, respeitosamente, vocês sabem, fui contra tudo isso. Até quando certos direitos foram suprimidos por alguns prefeitos e governadores, direitos esses que nem eu, caso tivesse o apoio do Parlamento, e aprovasse um decreto de estado de sítio, teria esse poder”. 

O presidente comparou com a atitude dos subscritores da carta: “Vocês todos sentiram um pouco do que é ditadura. E nenhum daqueles que assinam cartinhas por aí se manifestou naquele momento. Nós continuamos dentro das 4 linhas, por vários motivos: porque acreditamos no nosso povo e, acima de tudo, acredito e acreditamos no nosso Deus. Nós aprendemos - eu sou cristão - que tudo o que nós pudermos fazer aqui na Terra, nós devemos fazer. O que não for possível, nós entregamos na mão dEle, e Ele nunca nos abandonará”. 

Em reação à “carta dos banqueiros”, um grupo de advogados, capitaneado pelo movimento Advogados de Direita Brasil ADBR, lançou o Manifesto pelas Liberdades, que já atingiu a marca das 750 mil assinaturas e segue recebendo apoio. O manifesto pelas liberdades alerta: “Há em nosso País a gravíssima tentativa da consolidação da “ditadura do pensamento único” que vem impondo a censura e desmonetização dos meios de comunicação independentes e de perfis de redes sociais de brasileiros. Testemunhamos a instauração de inquéritos ilegais e inconstitucionais com o simples objetivo de criminalizar a opinião contrária, pelo órgão que deveria zelar pelos direitos fundamentais da população, abolindo nossas liberdades individuais e garantias fundamentais”. 

O manifesto pode ser consultado no link: MANIFESTO À NAÇÃO BRASILEIRA - DEFESA DAS LIBERDADES 

A renda deste vídeo e de todos os outros da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral. Caso o mesmo vídeo seja reproduzido pela velha imprensa ou por sites e canais de extrema-esquerda, não será considerado uma ameaça à democracia. 

O confisco de renda ordenado pelo ministro e mantido pelo atual corregedor do TSE atinge todos os vídeos produzidos por canais conservadores, independente do conteúdo. Há mais de 13 meses, toda a renda de sites e canais conservadores vem sendo retida, sem base legal. Essa decisão recebeu o apoio e aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, e se soma a outras medidas já tomadas contra a Folha Política, como a apreensão de todos os equipamentos promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, em inquérito que foi arquivado por falta de indícios de crime. 

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