quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Bolsonaro escancara desastre de aliados de Lula na Argentina e adverte sobre ‘raivinha’ e escolhas emocionais


Durante sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a situação da Argentina após a eleição de um governo de esquerda. Bolsonaro pediu que os cidadãos comparem os dois países e disse: “comparem o Brasil com a Argentina. E por quê? Escolhas. Escolheram errado, escolheram com raivinha, acreditando no cara lá que ia transformar a Argentina numa maravilha…”

O presidente lembrou que, quando os preços dos combustíveis estavam altos no Brasil, havia constantes comparações com o país vizinho, que tinha preços menores para o diesel. Ele disse: “há poucos meses, eu estava apanhando porque o diesel na Argentina estava mais barato. E era verdade. Mais barato na canetada. Hoje a Argentina vive com problemas de não garantir o fornecimento do seu diesel, e o preço não é mais o que era um tempo atrás. Tanto é que o governo argentino, na contramão do brasileiro, anuncia aumento na tarifa de água, eletricidade e gás”.

O presidente comentou as consequências das “canetadas” na economia, como o desemprego e o possível desabastecimento. Ele disse: “a gente lamenta pela Argentina e espera que chegue a bom termo a economia argentina. Mas eu duvido, tendo em vista a filosofia da esquerda. Onde a esquerda mete a mão, dá problema. E alguns achando que, com discurso fácil aqui no Brasil, vai botar aquele cara que roubou o Brasil por 14 anos, vai resolver os problemas do Brasil”.

Bolsonaro acrescentou: “o total de argentinos que vivem abaixo da linha da pobreza saltou de 18% para 37%. Então, o novo governo de esquerda na Argentina, o sr. Alberto Fernandez, que visitou o Lula, em 2021. na cadeia, a sua economia vai mal. Torço para que mude lá. Mas não basta a torcida, né?”. 

O direito à propriedade e o respeito à livre iniciativa têm sido relativizados no Brasil. Para uma “classe” de cidadãos, caracterizados pela velha imprensa como “bolsonaristas”, as garantias e direitos fundamentais estão suspensos. Em CPIs e em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, cidadãos e empresas ficam sujeitos a quebras de sigilo, devassas, prisões políticas, buscas e apreensões, e confiscos. As investigações se originam de “relatórios”, “matérias” e “reportagens” produzidos pela concorrência, que são tomados como verdadeiros sem questionamento, assim como depoimentos de testemunhas suspeitas. 

Toda a renda da Folha Política, assim como de outras pessoas e empresas conservadoras, está sendo confiscada, a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão monocrática em um inquérito administrativo. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos e CPIs, a intenção é impedir o funcionamento das empresas ao privá-las de suas fontes de renda. A decisão de Salomão foi elogiada pelos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há mais de 13 meses, toda a renda do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica.

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