terça-feira, 2 de agosto de 2022

Bolsonaro explica convocação emergencial para 7 de setembro e luta pela liberdade: ‘Vencer a guerra nas 4 linhas’


Durante entrevista concedida a uma rádio gaúcha e transmitida por suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre os desfiles comemorativos do bicentenário da Independência do Brasil, quando, pela primeira vez, haverá um desfile na cidade do Rio de Janeiro. 

O presidente lembrou que o Brasil caminhava em direção à implantação total do socialismo, mas foi interrompido pelo impeachment da ex-presidente Dilma. Bolsonaro disse: “Graças a Deus, houve o impeachment em 2016. Mais dois anos de Dilma e acredito que não poderíamos mais sonhar com um ponto de inflexão e buscar resgatar parte da democracia que nós perdemos. Aconteceu o impeachment, Temer aconteceu, uma das grandes obras foi colocar um ponto final na sangria da Petrobras”.

O presidente admitiu que, no momento, a liberdade dos cidadãos vem sendo tolhida. Ele disse: “Nosso governo chegou e, com força, uma boa equipe escolhida por critérios técnicos, conseguimos implementar a nossa política. A grande preocupação nossa, que acredito que, hoje em dia, a maior parte da população já tem consciência, é a liberdade. Ela é açoitada diariamente por pessoas que deveriam defender a Constituição e fazem justamente o contrário”.

Bolsonaro explicou: “Por isso, essa convocação nossa. Nunca havia convocado movimentos de rua. Estamos convidando a população para estar às 10h da manhã em Brasília, no dia 7 de setembro, e às 16h em Copacabana. A gente vai pedir que não usem carro de som durante o desfile, que deve durar uma hora. Marinha, Exército, Aeronáutica, tropas das Forças Armadas, Polícia Militar, colégio militar, algumas escolas civis. A população vai lá prestigiar o desfile”.

O presidente ponderou: “Deve ter alguns protestos, é natural. Da nossa parte, ninguém vai querer protesto para fechar isso ou aquilo. Moralmente, algumas instituições estão se fechando no Brasil e dá para a gente ganhar essa guerra dentro das quatro linhas. Uma das frases mais mostradas lá deve ser a questão de transparência. Vamos comemorar 200 anos de independência e os futuros 200 de liberdade”.

No Brasil atual, a liberdade de manifestação não é reconhecida de forma igual para todos. As manifestações promovidas por partidos de esquerda, sindicatos e coletivos, divulgadas pela velha imprensa e por sites e canais de internet, não estão sujeitas a qualquer investigação sobre seu financiamento ou qualquer questionamento sobre se as ideias que defendem seriam “democráticas” ou “antidemocráticas”. Mesmo quando há cartazes pedindo ditadura, depredação de patrimônio público e privado, ou agressões a políticos e cidadãos, nada disso é considerado um “ato antidemocrático”.

No dia 7 de setembro , milhões de pessoas foram às ruas para pedir liberdade e respeito à Constituição, incluindo a liberdade de expressão, a liberdade de culto, a liberdade de ir e vir, entre outras. Essas manifestações pacíficas tornam-se alvo de inquéritos sigilosos, alimentados por “notícias” da velha imprensa, nos quais manifestantes e jornalistas que cobrem as manifestações são perseguidos, presos, censurados, e têm seus bens apreendidos. 

A renda da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. A decisão confisca, de forma indiscriminada, todas as receitas advindas do Youtube, indicando claramente que a intenção não é a de excluir conteúdos específicos, mas sim de calar o canal e eliminar a empresa. Há 13 meses, toda a nossa renda é retida sem base legal. 

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