quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Bolsonaro expõe conluio de Lula com o establishment, rejeição da Constituição Federal e rebate ‘carta dos banqueiros’


Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro respondeu aos atos de leitura da chamada “carta dos banqueiros”, que se transformaram em atos abertamente partidários, com cantos de “fora Bolsonaro” e em apoio a Lula. O presidente mostrou um exemplar da Constituição brasileira e perguntou: “alguém discorda que esta daqui é a melhor carta da democracia? Acha que outro pedaço de papel substitui este aqui?”. 

O presidente questionou: “Eu pergunto: o PT assinou a carta de 88?” Bolsonaro ironizou a apropriação da palavra “democracia” pelos petistas, lembrando que o partido se recusou a assinar a Constituição no momento de sua promulgação. Bolsonaro disse: “não assinou a Carta, e agora quer assinar essa cartinha? Fazer cartinha pra servir de passaporte e dizer que é bom moço?”.

O presidente questionou ainda as “personalidades” que assinaram a “carta dos banqueiros”, questionando onde estiveram os autoproclamados defensores da democracia durante a pandemia, quando direitos e garantias fundamentais dos cidadãos foram suprimidos. Bolsonaro perguntou: “os signatários estavam onde por ocasião da pandemia?”. 

O presidente apontou que a Constituição brasileira prevê o estado de defesa e o estado de sítio, que só podem ser decretados em situações extremas, e mesmo assim com a aprovação do Parlamento. Bolsonaro comparou: “Muitos governadores e alguns prefeitos, por decreto, tomaram medidas drásticas e proibitivas muito mais graves, danosas do que em um estado de sítio”.

O presidente relembrou uma série de exemplos de brutais violações de direitos, que não foram “denunciadas” pelos signatários da “carta dos banqueiros”, nem tampouco pelos catedráticos da universidade escolhida para a leitura da cartinha. Bolsonaro lembrou de mulheres algemadas em praças, surfistas e atletas capturados no mar, pessoas proibidas de circular nas ruas ou de fazer compras. Ele disse: “abusaram, tolheram o direito de ir e vir. Fizeram barbaridades. Condenaram os mais humildes a morrer de fome em casa”. Ele perguntou: “Cadê esse pessoal por ocasião da pandemia?”. E acrescentou: “o que esse pessoal da carta da democracia fez? Foram coniventes com isso tudo aqui”.

Bolsonaro lembrou que Lula, que assinou a carta, financiou e apoiou diversos ditadores, além de propor o controle das redes sociais e da imprensa. Bolsonaro perguntou: “Esse pessoal assina carta pela democracia?”. O presidente ironizou as motivações de entidades patrocinadoras como a CUT, banqueiros, e artistas famosos. Ele disse: “tem muita gente insatisfeita com o nosso governo, dado o que nós fizemos, dado o que nós colaboramos com a população de maneira geral. Nós ajudamos a população”. 

O presidente também comemorou o sucesso de sua participação em um podcast no programa Flow, que já passou de 12 milhões de visualizações e chegou a reunir mais de meio milhão de espectadores simultâneos. Ele comparou o alcance de um programa como esse com o de um debate promovido pela velha imprensa, além das possibilidades comunicativas. Bolsonaro apontou que, no podcast, o entrevistador tinha interesse em ouvir o entrevistado, enquanto em eventos da velha imprensa é comum que haja uma equipe inteira preparada para promover ataques pessoais. 

Com o pretexto da pandemia, a liberdade de culto foi duramente restringida no Brasil, assim como diversas outras liberdades, em especial a liberdade de expressão. As pessoas viram seus direitos de ir e vir, de trabalhar, de se expressar, de se informar, e de se manifestar, entre outros, serem suprimidos.  Cidadãos e empresas são perseguidos em inquéritos secretos e sofrem com medidas abusivas como prisões, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais, e até mesmo confisco de propriedade. 

A renda da Folha Política e de outros sites e canais conservadores está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o apoio e respaldo dos ministros do STF Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. O confisco da renda, que vem sendo mantido pelo ministro Mauro Campbell Marques, atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator, em evidente censura direcionada a pessoas e empresas específicas. Há mais de 13 meses, toda a renda do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica.

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