segunda-feira, 8 de agosto de 2022

Bolsonaro expõe jogo sujo de ‘porquinhos’, pressões de bastidores e aparelhamento perpetrado por Lula e Dilma


Ao iniciar seu discurso aos banqueiros da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o presidente Jair Bolsonaro descreveu como seu governo encontrou o Brasil e as transformações que já promoveu. O presidente disse: “quanto mais poderoso um homem, mais ele se afasta de Deus. Ele acha que não vai morrer nunca, acha que a vida dele é eterna, e acaba perdendo certas sensibilidades, certas preocupações. O dinheiro não compra tudo. Ele é essencial, traz bem-estar, traz progresso, traz paz, mas também pode trazer a guerra”. 

O presidente disse que é fácil esquecer das coisas boas, e relembrou momentos de seu governo, enfatizando como vem vencendo as crises. Bolsonaro disse que as medidas tomadas em 2019 funcionaram como uma vacina para os problemas que vieram depois, ajudando no enfrentamento da pandemia e das crises decorrentes. 

Bolsonaro relembrou: “é natural na vida da gente. A gente tem que se ligar nos fatos, ver que é um cidadão, que é mortal. Por muitas vezes eu não compreendo como cheguei até aqui. Quem sou eu? Quem eu era? Um deputado do baixo clero. E, de repente, presidente da República. O que aconteceu? (...) Aí assumo a presidência, cai o mundo na minha cabeça. Os “porquinhos” foram falar comigo: queremos ministérios, queremos Caixa Econômica, queremos Banco do Brasil, queremos estatais… como é segurar essa onda? Como é governar?”. O presidente respondeu: “escolhendo ministros técnicos”. 

O presidente relatou como seus ministros lidaram com as crises criadas por grupos que queriam derrubar o governo pela economia. Ele disse: “Fizemos o nosso papel. Problemas vieram, obviamente, mas fomos contornando”. O presidente comparou as ações de seus ministros com as de governos passados, e questionou: “Tem gente com saudade disso?”. Bolsonaro lembrou o aparelhamento das instituições nos governos petistas e afirmou que abriu mão de poder. E questionou: “E eu não sou democrata?”

O presidente pediu a contribuição dos banqueiros em facilitar o crédito para os cidadãos e afirmou: “estamos atravessando, estamos no final da turbulência. Para que todos nós possamos, cada vez mais, mostrar que o Brasil não é mais o país do futuro, é o país do presente”. 

No Brasil, a pretexto de combater a pandemia, até mesmo a liberdade religiosa foi restringida, juntamente com as liberdades de expressão, de imprensa, de ir e vir, e de trabalhar, entre outras. Para um grupo de cidadãos, direitos e garantias fundamentais estão suspensos: há prisões políticas, censura, apreensão e confisco de bens, sem o devido processo legal. 

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