domingo, 14 de agosto de 2022

Bolsonaro faz chacota de governador comunista do Maranhão, escancara demagogia de senadores do PT e manda recado


No decorrer de discurso na cerimônia de abertura do Encontro Nacional do Agro, o presidente Jair Bolsonaro relembrou exemplos do autoritarismo e dos excessos cometidos por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia. Bolsonaro disse: “O que pelo menos dezessete governadores fizeram em 2020? Aumentaram o ICMS dos combustíveis. Depois que começou a voltar à normalidade, em 2021, ‘esqueceram’ de diminuir o que tinham majorado. Nós colaboramos - e muito - com todos os governadores e prefeitos, na pandemia, com recursos. Tanto é verdade que desconheço um só prefeito ou governador que atrasou sua folha ou não pagou em dia o décimo terceiro dos seus servidores”.

O presidente prosseguiu lembrando que o governo federal enviou recursos para os governos estaduais, sem distinção, e ironizou o governador maranhense: “Fizemos a nossa parte. Não deixei de lado o governador do Maranhão, que era o que mais me criticava. O povo não merece sofrer por ter um governador comunista ‘fortinho’. Vocês repararam? Na Coreia do Norte, o chefe é um gordinho, o Kim Jong-Un. Vocês pegam a Venezuela, o gordinho é o Maduro. Vocês pegam o Maranhão, o gordinho…Nos países em que a esquerda se faz presente, é ditatorial, só o chefe de Estado é gordinho. Nada contra gordinho, eu, inclusive, estou ficando bastante barrigudinho, mas é a política desses caras. Quanto mais miséria, melhor ele manipula a sua população”.

Bolsonaro mostrou que a esquerda não define seus votos conforme o benefício que possa gerar para a população, e sim conforme o mal que pode causar a seus adversários. O presidente disse: “Aprovamos 17% de teto sobre o ICMS. E a esquerdalha que vivia dando pancadas em mim sobre o preço dos combustíveis não falava sobre a política do ‘fique em casa’, sobre a guerra na Ucrânia. Eu era o responsável. Todos os senadores do PT votaram contra a redução de impostos”. O presidente resumiu: “Certos partidos buscam o poder através do sofrimento do povo. Discursam contra, falam um montão de baboseiras”.

No Brasil, a pretexto de combater a pandemia, até mesmo a liberdade religiosa foi restringida, juntamente com as liberdades de expressão, de imprensa, de ir e vir, e de trabalhar, entre outras. A permanência de medidas restritivas arbitrárias impostas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia é um dos sinais de que, no Brasil, os cidadãos não vivem em uma democracia. 

Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. 

A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. Há mais de 13 meses, todos os nossos rendimentos são retidos, sem base legal. 

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