segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Bolsonaro se pronuncia após entrevista com Bonner no Jornal Nacional, da Rede Globo: 'Lutando por liberdade'


Ao sair dos estúdios da rede Globo, onde concedeu uma entrevista a William Bonner e Renata Vasconcellos, do Jornal Nacional, o presidente Jair Bolsonaro foi recepcionado por cidadãos que o aguardavam até mesmo com uma banda de música. Após cumprimentar os cidadãos, Bolsonaro disse: “Estou aqui no Projac, saindo da sabatina. Obrigado pela audiência. Dizer a vocês que estou fazendo a minha parte, lutando por liberdade no nosso Brasil, defendendo a família. Quero agradecer a Deus por esse momento e por essa missão”. O presidente também tirou fotografias com os agentes de segurança presentes no local. 

Ao entrar no carro, o presidente voltou a agradecer pela audiência e disse: “todos nós temos um compromisso de não deixar que o país vá para a mão da esquerda. Não queremos que o Brasil siga o caminho de outros países da América do Sul. E a nossa liberdade está acima de tudo. Não é fácil. A maior parte da população entendeu o que é a política no Brasil, aprendeu o que é ter um governo honesto, que tem suas falhas. É natural, somos seres humanos, mas procuramos sempre fazer o melhor”. 

O presidente apontou que a economia está se recuperando, indo melhor do que muitos outros países. Ele afirmou que defende as pautas conservadoras e disse: “vocês que me acompanham sabem que a gente passa por dificuldades. Há um aparelhamento em quase todos os ministérios, a gente vai melhorando esse assunto. Gente competente lá, mais do que isso, quer trabalhar”. 

O presidente prosseguiu: “outros problemas, vocês sabem bem o que acontece. Sabem que quem for eleito indica mais dois para o Supremo no ano que vem”. O presidente convidou para as celebrações do 7 de setembro, bicentenário da Independência do Brasil. Ele disse: “isso é o Brasil, pessoal. Cada um fazer a sua parte”. Ele acrescentou: “estou muito confortável por não ver na minha cadeira uma pessoa filiada ao PT. Seria o fim do nosso Brasil”. 

No contexto atual do Brasil, muitas pessoas estão sendo tratadas como sub-cidadãos, pelo simples motivo de terem manifestado apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Por expressarem suas opiniões, são alvo de CPIs, de inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, ou são vítimas de medidas arbitrárias como prisões políticas, apreensão de bens, e exposição indevida de dados, entre outras.

Sem justificativa jurídica, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, decidiu confiscar a renda de sites e canais conservadores, para destruir empresas privadas das quais discorda. A decisão, que incluiu a Folha Política, confisca todos os rendimentos da empresa, e teve o apoio e aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes. “Marcar” pessoas e fechar empresas por motivações políticas são atitudes que já foram observadas na História, mas nunca em democracias. 

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